<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463</id><updated>2011-08-29T14:08:57.889-03:00</updated><category term='FOTO'/><title type='text'>O Provinciano Cosmopolita</title><subtitle type='html'>o bairrista do mundo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Provinciano Cosmopolita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04809871856175632707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7177488818704875204</id><published>2010-12-02T06:21:00.000-02:00</published><updated>2010-12-02T06:21:27.632-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTO'/><title type='text'>Cartão feito Pela artista Penelope Steak, dez 2010 (poema: Rômulo Ferreira)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/TPdWigvUMlI/AAAAAAAAAIY/pjq8aArrdKA/s1600/poema+rom+ilus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="219" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/TPdWigvUMlI/AAAAAAAAAIY/pjq8aArrdKA/s320/poema+rom+ilus.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7177488818704875204?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7177488818704875204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7177488818704875204' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7177488818704875204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7177488818704875204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/12/cartao-feito-pela-artista-penelope.html' title='Cartão feito Pela artista Penelope Steak, dez 2010 (poema: Rômulo Ferreira)'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/TPdWigvUMlI/AAAAAAAAAIY/pjq8aArrdKA/s72-c/poema+rom+ilus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4375376489020863054</id><published>2010-11-29T07:23:00.001-02:00</published><updated>2010-11-29T07:23:51.251-02:00</updated><title type='text'>livretos de art e poesia!!</title><content type='html'>como ter seu silhueta em casa? &lt;br /&gt;O informativo poético "Silhueta Art Zine, é um trabalho digitado a máquina de escrever, impresso em papel reciclado 75 gr, ornamentado com capa em papel artesanal de fabricação caseira, e com ilustrações feitas a nanquim.&lt;br /&gt;Circulando nacionalmente desde 2005, vem sendo distribuido de foma que os interressados contribuem da forma que desejarem. Ou seja você paga o quanto quiser para receber seu exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para pedir seu exemplar basta enviar email solicitndo a conta para deposito, ou ainda ligando para marcar uma troca de ideias ao vivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;romulopherreira@gmail.com&lt;br /&gt;21-7696-2189 RJ&lt;br /&gt;31-8209-6960 MG&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4375376489020863054?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4375376489020863054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4375376489020863054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4375376489020863054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4375376489020863054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/11/livretos-de-art-e-poesia.html' title='livretos de art e poesia!!'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-283926021215055480</id><published>2010-11-21T22:16:00.001-02:00</published><updated>2010-11-21T22:16:02.717-02:00</updated><title type='text'>Prémio Internacional de poesia “Castello di Duino”</title><content type='html'>Prémio Internacional de poesia “Castello di Duino” &lt;br /&gt;Aviso de concurso da VIII Edição 2011&lt;br /&gt;Prazo: 7 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Regras de participação&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      O concurso é reservado aos jovens até 30 anos de idade. &lt;br /&gt;Ø      A participação é gratuita.&lt;br /&gt;                                               &lt;br /&gt;O Tema da VII Edição 2011 é:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Horizontes”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; (Espaços do mundo físico, da mente e da alma, os seus limites, as suas aberturas, as metáforas de cada viagem e da cada atravessamento...)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Participa-se em uma ou mais das seguinte secções:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I.       SECÇÃO DE POESIA INÉDITA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um poema inédito e que nunca recebeu prémios (50 versos no máximo).&lt;br /&gt;Os poemas podem ser enviados na língua original dos concorrentes mas deverão ser acompanhados por uma tradução em inglês ou francês ou italiano. Para os poemas escritos em língua italiana agradece-se, embora não seja obrigatória, a tradução em inglês.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Os poemas deverão chegar dentro de 7 de Janeiro de 2011.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Podem ser enviados:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;a)      por correio electrónico para o endereço: valeragruber@alice.it , anexados em formato word or rtf (um formato diferente poderá comportar a exclusão do concurso)&lt;br /&gt; As mensagens deverão conter o formulário de participação devidamente preenchido (ver mais abaixo).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;b)      ou por correio normal: para Gabriella Valera Gruber, Via Matteotti 21 I-34138 Trieste. Os dados pessoais do autor serão declarados no formulário de participação (ver mais abaixo) devidamente preenchido e assinado. Faz fé o carimbo do correio, mas nenhum texto poderá ser aceite após o começo do trabalho de selecção pelo júri.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prémios:&lt;br /&gt;Ø      Primeiro, segundo, e terceiro prémio: € 500 cada&lt;br /&gt;Ø      Medalha da Presidência da República Italiana&lt;br /&gt;Ø      O concurso faz parte das actividades promovidas pela Associação “Poesia e Solidarietà” e está ligado a projectos humanitários. Os vencedores serão obrigados a destinar parte do prémio (€ 200) a um fim humanitário à escolha.&lt;br /&gt;Ø      Recomendações para a publicação e taças a outros poema merecedores.&lt;br /&gt;Ø      Placa “Sergio Penco” ao melhor poema de jovens “até 16 anos”&lt;br /&gt;Ø      Os poemas premiados e recomendados pelo júri serão publicados em edição bilingue (italiano e inglês) pela editora “Ibiskos Editrice Risolo” (Empoli, Itália) (patrocinador do concurso). Além disso, serão gravados na língua original em CD. O lucro das vendas do livro será devolvido à Fundaçao Luchetta-Ota-D’Angelo Hrovatin para as crianças vítimas da guerra www.fondazioneluchetta.org.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recomendações especiais e prémios menores aos melhores poemas entre os jovens com menos de 16 anos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II.    SECÇÃO: Teatro (monólogo ou diálogo entre duas personagens)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Participa-se enviando um texto teatral no máximo de 5 páginas de 2000 caracteres. TEXTOS MAIORES NÃO PODERÃO SER ACEITES.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os textos teatrais DEVEM ser obrigatoriamente acompanhados por uma TRADUÇÃO ITALIANA DE ÓPTIMA QUALIDADE. Os textos serão avaliados em tradução, NÃO poderão ser avaliados na sua língua original.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;a)     por correio electrónico para o endereço: valeragruber@alice.it , anexados em formato word or rtf.&lt;br /&gt;As mensagens deverão conter o formulário de participação devidamente preenchido (ver mais abaixo)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;b)      ou por correio normal: para Gabriella Valera Gruber, Via Matteotti 21 I-34138 Trieste. Os dados pessoais do autor serão declarados no formulário de participação (ver mais abaixo) devidamente preenchido e assinado. Faz fé o carimbo do correio, mas nenhum texto poderá ser aceite após o começo do trabalho de selecção pelo júri.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prémios:&lt;br /&gt;Ø      Primeiro, segundo, e terceiro prémio: Taça ou placa personalizada&lt;br /&gt;Ø      Recomendações de valor&lt;br /&gt;Ø      As obras premiadas e seleccionadas serão lidas num importante teatro da cidade durante as manifestações da premiação do concurso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Formulário de participação (para as secções de poesia e teatro)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nome                                                Apelido&lt;br /&gt;Data de nascimento&lt;br /&gt;Rua                                                                                          N°&lt;br /&gt;Código Postal                          Cidade                                                         País&lt;br /&gt;Telefone                                                                                      Correio electrónico&lt;br /&gt;Nacionalidade                                                    Título da obra&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Declarações:&lt;br /&gt;Declaro que o poema _____________(título do poema)____________ com que participo no Prémio internacional “Castello di Duino” é uma minha obra original, inédita e nunca foi premiada. &lt;br /&gt;Consinto que seja eventualmente publicada ou presentada em público.&lt;br /&gt;Declaro que sou/não sou (escolha a opção correcta) inscrito à SIAE ou a outra sociedade análoga para a tutela do direito de autor.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Regras especiais para as escolas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os professores podem enviar a produção (uma ou mais obras) de um trabalho colectivo (por um grupo de estudantes, por uma turma o mais turmas).&lt;br /&gt;As obras serão avaliadas como produtos colectivos e premiadas pela capacidade demonstrada de estimular os alunos a escrever poesia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À melhor escola será atribuído um prémio de € 500 com a obrigação de escolher junto com os alunos participantes um projecto de solidariedade para destinar a quantia ganhada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As três melhores escolas receberão uma recomendação especial.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Todos os professores e todas as turmas receberão uma certidão da participação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As escolas deverão enviar as obras pelo correio, em três cópias, para: Gabriella Valera, Via Matteotti 21, 34138 Trieste acompanhadas pelos seguintes datos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Escola                Turma                Endereço da escola (Rua, Número, Cidade, Província, Código, País)             Telefone da escola            Fax da escola            Correio electrónico da escola                Professor responsável (Nome e Apelido)         Telefone e correio electrónico do Professor (ou da pessoa de contacto).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agradecemos o envio das obras também pelo correio electrónico para: valeragruber@alice.it.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PUBLICAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A classificação dos vencedores e dos finalistas será publicada no site do concurso:&lt;br /&gt;www.castellodiduinopoesia.it. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os vencedores o os finalistas receberão o aviso pelo correio electrónico, pelo telefone ou correio normal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A premiação terá lugar a 27 de Março 2011 no Castelo de Duino (Trieste, Itália).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-283926021215055480?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/283926021215055480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=283926021215055480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/283926021215055480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/283926021215055480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/11/premio-internacional-de-poesia-castello_21.html' title='Prémio Internacional de poesia “Castello di Duino”'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7286297191993397149</id><published>2010-07-29T03:27:00.001-03:00</published><updated>2010-07-29T03:27:01.919-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>cade os meninos que escreviam aqui?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7286297191993397149?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7286297191993397149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7286297191993397149' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7286297191993397149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7286297191993397149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/07/cade-os-meninos-que-escreviam-aqui.html' title=''/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-9220779479174599081</id><published>2010-03-25T13:06:00.001-03:00</published><updated>2010-03-25T13:06:14.427-03:00</updated><title type='text'>SEJA VOCÊ A MUDANÇA</title><content type='html'>Tudo que fazemos, seja para o bem, seja para o mal, geramos uma espécie de transformação, esta transformação por conseqüência lógica, gera um dano ao meio ambiente que por menor que seja, afeta a vida num futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos nos preocupar nos preocupar em minimizá-los, visto que ao optarmos por uma vida em sociedade temos que adotar o uso de papéis, fios elétricos, a própria caneta que uso ao transcrever estes pensamentos, água, detergentes, roupas, calçados, energia; tudo, tudo mesmo que usamos gera alguma forma de prejuízo ao meio natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certa altura você deve pensar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que loucura, então somos um mal para o universo, que rendo ou não estamos lesando o mundo...!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em partes concordo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns chamam de carma, outros de vida, eu, bom ainda não achei um termo adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que nós podemos e devemos minimizar estes danos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você cuida de seu corpo, escovando os dentes, se banhando, fazendo exercícios, etc?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, haja como se o planeta fosse uma extensão de seu corpo, o que na verdade nunca deixou de ser. Provoque a mudança! Seja a mudança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que você usa e ou usa mais pode ser reciclado, é só colocar um pouco de amor , e pensar que outras pessoas virão morar aqui depois que você partir. A arte é uma saída! Sim, a arte, a cultura, elas geram em nós uma sensibilidade tão forte que nos surpreende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa observando a sua volta, veja como funciona a natureza: as “folhas mortas” caem das árvores,  e se você observar, elas vão para o chão calmamente, sem se afobar, para se  tornar o húmus que dará força às suas iguais. Nascerão outras árvores e outras milhares de folhas fertilizarão o terreno, numa constante troca, m equilíbrio total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São coisas simples, que nos passam desapercebidas, mas que nos ensinariam muito s parássemos para observar só um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saia por aí fazendo a mudança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUMAS DICAS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Coma mais frutas, verduras, s esforce um pouco e as plante.&lt;br /&gt;2 – Isopor e saco plástico, não use.&lt;br /&gt;3 – Papel, use os dois lados da folha sempre, aprenda a reciclar.&lt;br /&gt;4 – É difícil, mas prefira fraldas e absorventes ecológicos.&lt;br /&gt;5 – Separe o seu lixo (orgânico, seco, outros...).&lt;br /&gt;6 – Lixo seco pode ser “ensacado” em jornal velho.&lt;br /&gt;7 – Jogue sementes por onde passar (frutas, verduras, flores, árvores...)&lt;br /&gt;8 – Não desperdice água com bobeiras.&lt;br /&gt;9 – Leia livros e passe adiante.&lt;br /&gt;10 – O escambo é ótimo.&lt;br /&gt;11 – Cuidado com o lixo eletrônico.&lt;br /&gt;12 – Ande mais de metrô, bicicleta dê carona aos amigos.&lt;br /&gt;13 – Em casa (interiores) use cores claras nas pinturas.&lt;br /&gt;14 – Álcool, fumo, drogas, só lembro que uma pessoa fora de seu estado de consciência s torna facilmente manipulável.&lt;br /&gt;15 – Use filtro para água de cerâmica ou direto da torneira ( bica).&lt;br /&gt;16 – Diga não as coisas que prostituem sua dignidade  a dos outros.&lt;br /&gt;17 – Uma música consciente pode mudar seus pensamentos.&lt;br /&gt;18 – Quando não estiver usando algum aparelho elétrico, tire-o da tomada.&lt;br /&gt;19 – Geladeira e freezer gastam menos energia ao abrigo do sol.&lt;br /&gt;20 – “SEJA VOCÊ A MUDANÇA QUE DESEJA VER NO MUNDO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não precisa fazer tudo que está escrito acima, à risca, invente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você acha importante cuidar do planeta, não para você, mas para sus iguais, FAÇA! Converse com pessoas sobre suas idéias, mostre que o pouco pode se tornar muito! E isso tornará nossa passagem por aqui muito mais agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora se você acha tudo isso uma balela, sensacionalismo barato, não si. Não podemos obrigar ninguém a mudar, podemos sim é fazer a nossa parte e nos esforçarmos para fazer a dos que não pensam no bem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenhamos amor e bons pensamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rômulo Ferreira&lt;br /&gt;Rio de Janeiro 23 de março de 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-9220779479174599081?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/9220779479174599081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=9220779479174599081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9220779479174599081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9220779479174599081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/03/seja-voce-mudanca.html' title='SEJA VOCÊ A MUDANÇA'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-165366929021689768</id><published>2010-01-08T05:41:00.002-02:00</published><updated>2010-01-08T05:41:36.603-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;AQUI,&lt;br /&gt;ONDE DOU ASAS ÀS PALAVRAS&lt;br /&gt;SOU UMA PEQUENA&lt;br /&gt;CRIANÇA,&lt;br /&gt;TENTANDO CONSERTAR&lt;br /&gt;EM SONHOS&lt;br /&gt;O QUE EM DURAS REALIDADES&lt;br /&gt;ESTRAGAMOS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-165366929021689768?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/165366929021689768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=165366929021689768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/165366929021689768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/165366929021689768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/01/aqui-onde-dou-asas-as-palavras-sou-uma.html' title=''/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1214999973239483117</id><published>2010-01-08T02:11:00.000-02:00</published><updated>2010-01-08T02:11:52.032-02:00</updated><title type='text'>Carta aos novos tempos modernos</title><content type='html'>Rio de Janeiro 17 de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo meu, ando bem, um pouco preocupado, mas tudo segue bem.&lt;br /&gt;Meu caro amigo, você se lembra de nossas conversas sóbrias sobre o mundo?&lt;br /&gt;Pois é, temo muito que o mundo sofra muito com tudo que está por vir...&lt;br /&gt;Vê se dá para acreditar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje acabei levantando mais cedo e tão logo recebi a notícia ruim; soube que EUA e China (lideres numa lista de maiores poluidores do mundo) disseram não a vida, a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu caro amigo, me pergunto, até onde o progresso pode permitir tal atroplamento da vida? E como é que nós permitimos isso, assim tão calados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sentimento de medo, raiva, tristeza, vem e me desencoraja, um pouco (!), mas sabe, nao há de ser naa nao. Em breve vamos ter adquirido um super submarino e alguns caças, tudo para nos proteger de um eventual ataque de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também não entendi muito quando o nosso atual Rei da Republica FEDErativa do Brasil disse numa reunião de uma tal de FAO la em Roma, nesta mesma data, que é um absurdo os gastos com a industria bélica, e disse mais:&lt;br /&gt;      "- Estes gastos poderiam ser convertidos em gastos com a alimentação para o mundo que sofre..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São palavras dele mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo,acho que estão conseguindo cada dia mais nos enganar. Eu não te disse que se a política resolvesse alguma coisa, ela seria proibida? (nota do editor: este é um provérvio portugues)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria muito de ter boas fotos para lhe mostrar daqui, peço desculpas, mas não podemos sair por aí assim, em puro lazer, há uma guerra civil acontecendo, oras é abafada por Olimpíadas, copa do Mundo, oras é mostrada nitidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temo muito pelos meus amigos que residem nas áreas de maior risco social, mas nem posso ter notícias também, seria quase suicidio duplo ir visitá-los. a policia e abandidagem andam de maos dadas e armadas aqui. Tá perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom meu Grande amigo, termino está carta aqui cheia de saudade dos bons tempos em que nossa preocupação era com o dia de aula seguinte,e assim que tudo se acalmar prometo que lhe visito.&lt;br /&gt;Cordial e Grande Abraço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1214999973239483117?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1214999973239483117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1214999973239483117' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1214999973239483117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1214999973239483117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/01/carta-aos-novos-tempos-modernos.html' title='Carta aos novos tempos modernos'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5390902191365824483</id><published>2010-01-08T01:44:00.000-02:00</published><updated>2010-01-08T01:44:08.772-02:00</updated><title type='text'>promoção de livro cosmopolitano (...)</title><content type='html'>super promoção!!&lt;br /&gt;voce que gosta de uma cultura de leve, nao pode ficar de fora desta super promoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é assim voce indica a tres pessoas o livro COLOR DE LUNA de RÔMULO FERREIRA, e se estas tres pessoas comprarem o livro a preço livre a partir de 15,00 voce ganha o seu exemplar e uma linda xilogravura com temas de Ouro Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é facil é so você enviar para:&lt;br /&gt;romulopherreira@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o seu email com o assunto (promoção) e as suas indicações no mínimo 3. e no maximo 15 por email.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e entraremos em contato com seus indicados caso se efetuada a compra do livro COLOR DE LUNA por 3 de suas indicações voce anha automaticamente seu exemplar e o brinde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entremos em contato posteriormente para pegar-mos os dados de endereço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;grande abraço e vamos lá.&lt;br /&gt;SEJA VOCE A MUDANÇA QUE DESEJA VER NO MUNDO!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5390902191365824483?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5390902191365824483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5390902191365824483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5390902191365824483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5390902191365824483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2010/01/promocao-de-livro-cosmopolitano.html' title='promoção de livro cosmopolitano (...)'/><author><name>Rômulo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07677867786663243360</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_4-GC8qcgiW0/SzRtGnOuKRI/AAAAAAAAAD4/f-JOjyGWfeQ/S220/romulo+315.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-3319164928557419883</id><published>2009-06-28T14:57:00.004-03:00</published><updated>2009-10-04T14:20:05.445-03:00</updated><title type='text'>Casos provincianos</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;No longínquo fevereiro de 75, numa sexta feira de carnaval, Geraldo entra na fábrica de tecidos para uma jornada de trabalho das 13 às 22 horas. Estava decepcionado de ter de ir trabalhar num carnaval de Deus. Sabia que às 23, quando conseguiria chegar à folia já estaria no final da festa na rua. Era a hora que os foliões com dinheiro se recolhiam aos bailes de salão; como não era ocaso dele ser um desses foliões...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Caminhando pelo corredor de entrada da fábrica, Geraldo ia pensando em como conseguir burlar o trabalho para cair na folia. De longe avistou o encarregado de sua área e foi logo se achegando para ver o que ele podia fazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Bom dia sêo Valdemar!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Bom dia Geraldo! Você me cumprimentando com tanto entusiasmo, aposto que está querendo alguma coisa...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Te confesso: preciso de uma licença de 5 dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– O que foi dessa vez? Seu avô paterno morreu novamente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Quê isso, sêo Valdemar, não sou sujeito de mentiras! É que preciso fazer uma viagem à capital, com urgência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Te dou os cinco dias, mas depois do carnaval, pois precisamos de você aqui estes dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Aí já não vou precisar...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– O que você quer é uma folga no carnaval, não é? Muito bonito...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Geraldo deu uma risada concordante com o que sêo Valdemar dizia. Depois de bater o cartão, foi se adentrando mais e chegou onde estavam algumas mulheres que lá trabalhavam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Como vai Carminha?! Ei, Lurdinha! Ei todas as inhas! – disse Geraldo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Lá vem ele cheio de graça. – disse Carminha, que ajeitava os cabelos para proteje-los das engrenagens da máquina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Carminha, meu amor, o que você vai fazer nos próximos cinco dias?, perguntou Geraldo, com seu jeito brincalhão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– O mesmo que você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Então vamos curtir o carnaval juntos? Que maravilha!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Acorda, Geraldo! Tenho família para criar: o que vamos fazer é trabalhar. A não ser que você agora deu para ser burguêz e vai no baile do clube depois do expediente. Mesmo assim não posso ir...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Você acha mesmo que eu vou trabalhar durante o carnaval? O mundo na folia e eu aqui me matando?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Foram para o trabalho pois já passava da hora para se começar a atividades. Geraldo trabalhou durante algumas horas, sempre matutando um plano para salvar seu carnaval – pois carnaval é uma vez por ano! Quase se acidentou certo momento por causa da distração. Por volta das 17 horas, lembrou-se subtamente de que outro encarregado, sêo Chiquinho, havia dito certa vez que o dia em que alquém se atrevesse a chamá-lo por seu apelido, tomaria uma suspensão de no mínimo uma semana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– É disso que preciso! – disse Geraldo consigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ele foi então atrás do homem que resolveria sua situação. Quando Geraldo o viu , ele estava importunando algum funcionário por agum motivo besta. É hoje que ele solta fogo pelas ventas, pensou Geraldo. Deixou que sêo Chiquinho acabasse de falar as suas ao funcionário circunspecto e se aproximou com aquela cara só sua. Deu uma batidinha amigável com a mão nas costa do Chiquinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Como vai, sêo Chiquinho ‘Poucas Pregas’?! – disse Geraldo, num tom um pouco irônico, um pouco sério, como um exímio sofista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Chiquinho ficou vermelho feito um peru. Saiu, como Geraldo previra, soltando fogo pelas ventas. Foi direto à sala do diretor geral que logo solicitou a presença de Geraldo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Você está suspenso por sete dias. – disse sêo Ornelas impassível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Mas o que é que eu fiz? – perguntou cinicamente Geraldo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Você ainda pergunta o que fez? – perguntou sêo Chiquinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Você ainda pergunta o que fez? – perguntou o diretor, quase que ao mesmo tempo que Chiquinho, e contiunuou – Tratou de forma desrespeitosa um superior seu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Mas eu não sabia que estava lhe faltando com respeito, seu Chiquinho!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Imagina...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Geraldo assinou a adivertência que lhe dava sete dias de folga, ou melhor, de suspensão. Passou na área onde trabalhava para pegar sua bolsa. Teve ainda o tempo de um dedo de prosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Te disse que eu ia ao carnaval, não disse? – falou Geraldo a Carminha, com um sorriso estampado no rosto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 3pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Como conseguiu isso, seu sem vergonha!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Na próxima sexta, quando eu estiver de volta e com tempo, te conto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E Geraldo saiu às pressas e se escondeu no alto das escadaria que dava assesso à fabrica. Logo chegou à porta os três: sêo Chiquinho, sêo Ornelas e sêo Valdemar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– Aquele sem vergonha já sumiu feito fumaça; agora deve estar rindo de nossa cara... – dizia Chiquinho, mais vermelho do que nunca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Geraldo acabou de subir a escada e lá do topo deu um forte assovio para chamar a atenção dos três. Quando notou que eles estavam vendo-o, fez-lhes uma banana e se foi dando gargalhadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-3319164928557419883?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/3319164928557419883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=3319164928557419883' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3319164928557419883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3319164928557419883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/06/casos-provincianos.html' title='Casos provincianos'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5002426537455180709</id><published>2009-06-27T20:06:00.003-03:00</published><updated>2009-06-27T20:08:03.909-03:00</updated><title type='text'>R. F. atacando de poeta romântico (morto aos 21)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Acho que Ela merece versos;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Merece!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pois bem;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mesmo eu não sendo um poeta,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;(ou antes, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;um poeta digno)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tiro da manga versos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Que não rimam com nada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Que são disperssos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E que se fossem vendidos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não valeria uma moeda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mas meus versos vêm com nobre intuito,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Sincero:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O de louvar a beleza – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Desejada por todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Versos saídos da manga?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Sim!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Minhas mãos saem das mangas da camisa,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Escrevem esses versos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Que não têm outro intuito,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Senão o de louvar a beleza:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Em especial a beleza Dela!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mas meus versos não conseguem ser belos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Será que é essa fumaça do futuro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Os salavancos da pós-modernidade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O mundo a todo vapor?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Meu coração a todo vapor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Meus olhos vêm fumaça futurística,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E por entre ela,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O sorriso inflamável que aquece as caldeiras de minhas entranhas!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5002426537455180709?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5002426537455180709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5002426537455180709' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5002426537455180709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5002426537455180709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/06/r-f-atacando-de-poeta-romantico-morto.html' title='R. F. atacando de poeta romântico (morto aos 21)'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1141364440490582688</id><published>2009-06-16T13:30:00.002-03:00</published><updated>2009-06-16T13:37:23.656-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um  único só dia no instante que não volta mais.&lt;br /&gt;Se há Diálogo?Ruptura.&lt;br /&gt;Se há Amor?Linguagem.&lt;br /&gt;Um belo Bloom's day pra océis,&lt;br /&gt;E que restou da modernidade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1141364440490582688?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1141364440490582688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1141364440490582688' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1141364440490582688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1141364440490582688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/06/um-unico-so-dia-no-instante-que-nao.html' title=''/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-3837157845816383689</id><published>2009-06-11T17:05:00.003-03:00</published><updated>2009-06-28T14:16:16.444-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;“Era uma vez uma pobre criança e ela não tinha pai nem mãe, estavam todos mortos e não lhe restava mais ninguém no mundo. Todos mortos, e ela chorava dia e noite. E como não lhe restava ninguém na terra, ela quis ir para o céu, e a lua a olhava com carinho; e quando finalmente ela chegou à lua, esta não passava de um toco de madeira podre, e então a criança foi para o sol, e quando chegou ao sol, este era apenas um girassol murcho, e quando chegou às estrelas, elas eram apenas pequenos mosquitos dourados, que estavam espetados assim como o picanço os espeta na ameixa brava, e quando ela quis voltar para a terra, a terra era uma vasilha entornada, e ela estava inteiramente só, e ela sentou-se e chorou, e continua sentada ali e está sentada e muito só”. (Georg Büchner, 1813-1837)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-3837157845816383689?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/3837157845816383689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=3837157845816383689' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3837157845816383689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3837157845816383689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/06/pequena-estoria.html' title=''/><author><name>Antônio Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03616831715442166500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-960323017754573689</id><published>2009-04-28T17:37:00.001-03:00</published><updated>2009-04-28T17:38:40.909-03:00</updated><title type='text'>o que as maquinas fazem ...</title><content type='html'>moçada vale a pena conferir essas fotos modificadas ... muita loucura !&lt;br /&gt;http://naldzgraphics.net/inspirations/30-most-weirdest-animal-photo-manipulation/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-960323017754573689?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/960323017754573689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=960323017754573689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/960323017754573689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/960323017754573689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/04/o-que-as-maquinas-fazem.html' title='o que as maquinas fazem ...'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-6543088451341279866</id><published>2009-03-30T21:41:00.000-03:00</published><updated>2009-03-30T21:42:42.947-03:00</updated><title type='text'>Sinto o Mundo Com Meus Pés</title><content type='html'>&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;Sinto o mundo com meus pés&lt;br /&gt;Mues paralelepípedos são as montanhas&lt;br /&gt;Minha poça d'água, os rios e lagos&lt;br /&gt;Meus calos, um ponto de interrogação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-6543088451341279866?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/6543088451341279866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=6543088451341279866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6543088451341279866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6543088451341279866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/03/sinto-o-mundo-com-meus-pes.html' title='Sinto o Mundo Com Meus Pés'/><author><name>Saulo Rios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13929010503432938968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_C4t-Tn0fJf8/S8xXYqzk7eI/AAAAAAAAACc/bKCArvLidAs/S220/saulo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-6236418487097565196</id><published>2009-02-09T16:50:00.002-02:00</published><updated>2009-06-16T13:45:08.604-03:00</updated><title type='text'>Confidências de um Inconfidente em Ouro Preto</title><content type='html'>Certa vez em Ouro Preto, em um bar chamado Barroco, conhecido por sua saborosa coxinha, e a melhor pinga com mel da região, ponto de encontro de ourorpetanos, estudantes, turistas e palco para situações inesperadas, de fato um pequeno manicômio na rua direita, onde seus frequentadores podem usufruir de um momento de loucura inesquecível, aconteceu um fato no mínimo... interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma noite de Sexta – Feira, bar lotado, muita fumaça, muito calor, muito barulho; eu e um amigo discutíamos sobre música, filosofia, mulheres; enfim, sobre tudo, como costumávamos fazer sempre quando nos encontrávamos ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algumas cervejas e três (ou seriam quatro) doses de pinga com mel, uma figura estranha entrou no bar. Engraçado, ele me lembrava alguém. Mas quem? Vestia calça de malha azul, camisa branca, coturno. Tinha os cabelos longos, barba feita, e o mais engraçado, andava com uma espada de madeira presa a sua cintura. Cutuquei meu amigo e disse: "Olha o cara". Rimos muito. Pessoas estranhas frequentavam o Barroco, mas igual a este sujeito nuca tínhamos visto. Olha que não era nem carnaval!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele entrou, todo mundo olhou, uma com mel ele solicitou, no balcão ele trepou, e logo seu discurso começou: "Oficial feio e espantado, malvado, fraco talento, pobre sem respeito, não, isto não. Mas louco; louco sim. Quem não é louco (As pessoas escutavam atentas, nunca houve tal silêncio naquele bar)? Todos os grandes homens e mulheres da história reservam o direito de serem loucos. Picasso era louco, Glauber era louco, Vinícius e Sócrates também. Claríce era louca, Maria I e Sinhá Olímpia eram também. E eu Tiradentes sou louco. Louco por liberdade e pelos meus sonhos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas se levantaram e entre aplausos e assobios, "Tiradentes" agradeceu, pulou do balcão deu uma golada na sua pinga com mel e foi se embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cutuquei meu amigo de novo e falei: "Olha o cara". E rimos muito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-6236418487097565196?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/6236418487097565196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=6236418487097565196' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6236418487097565196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6236418487097565196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/02/confidencias-de-um-inconfidente-em-ouro.html' title='Confidências de um Inconfidente em Ouro Preto'/><author><name>Saulo Rios</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13929010503432938968</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_C4t-Tn0fJf8/S8xXYqzk7eI/AAAAAAAAACc/bKCArvLidAs/S220/saulo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-2213465773496677022</id><published>2009-01-31T15:25:00.011-02:00</published><updated>2009-06-28T14:47:07.287-03:00</updated><title type='text'>Casos provincianos</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A Quincas Berro D'água&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Há algum tempo atrás, J. havia jurado de pés juntos e em nome de Deus, que não haveria de mover sequer uma palha novamente para ter de viver. Vou viver do que me derem, disse certa vez aos amigos que muito lhe prezavam devido ao fato dele ser um homem de palavra. E foi que J. não mais capinou sequer um metro quadrado de terreno para poder ganhar alguns trocados para comer; nem mesmo carregou sacolas de feira das respeitadas senhoras como o fazia antigamente ou engraxou os  sapatos dos dignos senhores de São Deus. No começo, quando ele resolveu aderir a este novo estilo de vida, as coisas vinham dando muito certo; sempre tinha um cristão compadecido com sua figura deprimente, que preferia ficar à míngua do que ter de se matar por uma miséria. Mas com o passar do tempo as pessoas passaram não ver aquela atitude com os bons olhos que viam antes. Aquele artista em potência no início, tornou-se um vagabundo em ato. Restara a J., pois, apenas os velhos amigos que não podiam fazer muito por ele.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Então, como ele havia jurado (e não cumprir uma jura é pecado, principalmente se a jura for em nome de Deus) decidiu que, como a vida sem trabalho não vinha dando certo, seu tempo na terra havia acabado, de modo que na tarde do dia seguinte seria o seu enterro. Falou aos amigos que esta era a última vez que os incomodaria: pediu que arranjassem o velório; caixão, flores, carpideira e cachaça para que as pessoas se emocionassem mais com a sua partida. Os amigos arranjaram tudo que ele havia pedido, não sem certa relutância e tentativas de convencê-lo de que o trabalho não era de todo mal e que a vida era boa. Mas estava tudo acertado: no dia seguinte por volta das três da tarde sairia o cortejo fúnebre até o cemitério Descanso Eterno onde eles depositariam os restos ainda vivos de J.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Quando chegaram o caixão e as flores, J. foi logo dando um jeito de se aconchegar da melhor forma em seu paletó de madeira e ainda ficou dando opinião ao funcionário da funerária de como as flores deveriam ser colocadas para que o defunto ficasse mais elegante. Pediu a um dos amigos que arranjassem um cravo vermelho para dependurar na lapela. Pediu também que chamassem Manuela, sua amada, para chorar algumas gotas de lágrimas sinceras por ele. E o velório estava armado. A carpideira que chegara sem estardalhaço fazia suas rezas e chorava umas lagrimazinhas mentirosas, o que fez J. a dispensar logo de cara. Vê se um defunto tem de agüentar lágrimas forjadas, disse. E mandou que se servisse a cachaça; e foi aí que o velório começou a ficar divertido. Os amigos comovidos contavam os grandes feitos de J., que sabia ser tudo inventado, mas aceitava tais estórias, pois tornava sua vida mais heróica do que realmente era.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Por vezes um dos amigos servia uma doze especial de cachaça e dava ao defunto-vivo que a bebia com gosto. Olha gente, disse um deles, olha como defunto bebe que não faz nem careta. E todos gargalharam e mandaram servir mais uma dose para J. que já começava a ficar bêbado. O velório varou noite adentro. Certa hora, quando o silêncio já incomodava até mesmo o mais morto dos defuntos, J. sugeriu para os amigo que tocassem um samba com caixas de fósforo e a tampa do caixão. Mas tem que ser samba triste, disse, pois senão isso acaba deixando de ser um velório. Assim as horas da madrugada passaram sem que ninguém percebesse.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pela manhã apareceu Manuela, que tentou convencer J. a não fazer o que se propunha, mas ele estava bêbado o bastante para se comover das palavras dela. Depois de derramar suas lágrimas diante do seu finado, foi tomada por seu espírito prático e começou a arrumar a bagunça, devido à animação do velório. Ajeitou as flores que atrapalhavam um pouco de ver o rosto de J. Depois, por volta da hora do almoço, foi preparar uma galinha caipira para aqueles que ainda bebiam tirar o gosto da cachaça. E todos elogiaram a galinha, e J. aproveitou para tirar um cochilo depois de comer um pouco. Dormiu até a hora em que o acordaram perguntando a que horas sairia o enterro, pois já era três da tarde. E ele disse que já podiam ir saindo, que já era hora.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ouve um certo estardalhaço para ver quem ia carregar o caixão, o que foi resolvido quando J. disse quem ele gostaria que o levasse a sua morada eterna. Pediu que alguém levasse a tampa do caixão e o deixassem aberto, pois o calor era demais, mesmo para um defunto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A notícia do enterro de J. se espalhou por todo povoado de São Deus; em todas as conversas só se falava disso: que ele resolvera partir dessa para uma melhor, pois não queria trabalhar para ter que comer. Muitos pensaram em como convencê-lo a não fazer isso, pois a vida é sagrada, mais do que as juras, pensavam. Mas J. continuava impassível, secando o suor com um lenço que lhe arranjaram e pensando o quanto é fatigante o velório para os defuntos, muito mais do que para aqueles que ficam.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A certa altura do cortejo apareceu o Cel. Macário; ele era o homem mais rico de São Deus e de todas as localidades que se avistava do alto do pico. O Cel. que em meio a sua opulência ouvira a história de J. foi ao seu encontro para lhe fazer uma proposta para continuar vivo. Falou com J. que se ele desistisse da empreitada lhe arranjaria todo mês um saco de arroz plantado em suas terras, até o fim natural de sua vida; e isso lavrado em cartório. J. pediu que parassem um pouco, para que ele analisasse a proposta.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Passados alguns segundos perguntou:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;– Arroz com casca ou sem casca?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;– Com casca, disse Cel. Macário.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Sem hesitação J. disse:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;– Toca o enterro, pessoal!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-2213465773496677022?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/2213465773496677022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=2213465773496677022' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2213465773496677022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2213465773496677022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/01/mais-um-caso-provinciano.html' title='Casos provincianos'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5996511215376381034</id><published>2009-01-08T17:50:00.005-02:00</published><updated>2009-01-08T18:13:53.362-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289018460104050994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/SWZeRFz8STI/AAAAAAAAAB4/6uYiMVocf24/s200/Filosofia.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Sim!Foi ela que me domou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que me deixou cego e feliz diante da realidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Espelho da minha verdade e do meu amor. Cansada, mas resistente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Humilde e modestamente sábia. Explica-me..., sou eu?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou quantos? Nenhum? Cem mil? Diga, mesmo em sonhos , a solução do mundo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo que seja apenas uma vã filosofia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5996511215376381034?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5996511215376381034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5996511215376381034' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5996511215376381034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5996511215376381034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2009/01/simfoi-ela-que-me-domou.html' title=''/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/SWZeRFz8STI/AAAAAAAAAB4/6uYiMVocf24/s72-c/Filosofia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4730775149597345290</id><published>2008-12-27T18:17:00.006-02:00</published><updated>2008-12-27T18:35:16.601-02:00</updated><title type='text'>Viva a Capitu</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/SVaQ_nV-C0I/AAAAAAAAABg/Pv-tV6qw_Is/s1600-h/thetempest.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284570635333143362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/SVaQ_nV-C0I/AAAAAAAAABg/Pv-tV6qw_Is/s200/thetempest.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Dissimulada o bastante para pirar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;qualquer marmanjo e um olhar de tomenta, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela não me engana e creio que a&lt;/div&gt;&lt;div&gt;você também não, meu caro leitor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Olhando o seu primogênito, é inegável o pulo de cerca. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cerca, imaginada por nós é mais  um obstáculo a ser superado por ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A vida é uma ópera", e digo mais...é uma tragédia. E se "Deus é um poeta", serei um Escobar se fazendo de Bentinho, sempre a procura de mais uma Capitu para amar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4730775149597345290?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4730775149597345290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4730775149597345290' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4730775149597345290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4730775149597345290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/12/viva-capitu.html' title='Viva a Capitu'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/SVaQ_nV-C0I/AAAAAAAAABg/Pv-tV6qw_Is/s72-c/thetempest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7955182239792469921</id><published>2008-12-17T00:01:00.000-02:00</published><updated>2008-12-17T00:02:15.906-02:00</updated><title type='text'>SONS</title><content type='html'>“What Good Can Drinkin’ Do” bebendo com os amigos. “Flower In The Sun” numa festa. “Misery’n” depois de um fora. “Loverman” com a cabeça encostada no colo de uma pequena. “My Dearest Darling” pensando na melhor buceta de sua vida. “Quero” para os dias de liberdade. “Farewell Song” para uma viagem até o Falcão. “Canto Das Três Raças” para recordar as raízes. “Manhã De Liberdade” para os dias de esperança. “Palmares” para os dias de luta. “Me And My Gin” para os dias melancólicos de Julho. Os dias cinzentos são os mais belos, quando uma nuvem espessa e homogênea cobre toda a extensão do céu. Não existe Sol, Lua ou estrelas. Não existe um universo infinito com bilhões de galáxias e zilhões de luzes. Nestes dias, são apenas nós e a nossa solidão. Somente temos por companhia o som da chuva que deixa o mundo molhado. Silêncio para os dias cinzentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7955182239792469921?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7955182239792469921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7955182239792469921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7955182239792469921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7955182239792469921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/12/sons.html' title='SONS'/><author><name>Macaco Aranha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1644311864867583111</id><published>2008-10-19T15:49:00.005-02:00</published><updated>2008-10-20T00:35:03.306-02:00</updated><title type='text'>Fragmento VI</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Prova Empírica&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu vi a pedra que esteve no meio do caminho do poeta;&lt;br /&gt;Foi quando ela estava no meio do meu caminho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Peguei a pedra e a levei para casa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1644311864867583111?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1644311864867583111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1644311864867583111' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1644311864867583111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1644311864867583111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/10/fragmento-vi.html' title='Fragmento VI'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-6079949392493130526</id><published>2008-10-08T08:25:00.003-03:00</published><updated>2008-10-17T13:01:14.871-03:00</updated><title type='text'>O MESMO</title><content type='html'>Meus sentidos acumulam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tédio, preguiça, cansaço;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quase param, estrangulam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a vida só onde passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raciocínios frios traço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas afãs não se calculam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que haja espaço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nadas e nirvanas me circulam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida plena de coisas reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vermes no sol, luas comerciais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-6079949392493130526?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/6079949392493130526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=6079949392493130526' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6079949392493130526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/6079949392493130526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/10/o-mesmo.html' title='O MESMO'/><author><name>gilson de oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04334017736208766396</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4614415707323853531</id><published>2008-09-26T21:33:00.003-03:00</published><updated>2008-09-26T21:57:06.643-03:00</updated><title type='text'>Sem Resposta</title><content type='html'>"Oh! tanto risos ,oh! tanta alegria&lt;br /&gt;mais de mil palhaços no salão"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faço mais do que calar.&lt;br /&gt;O quê aconteceu?&lt;br /&gt;Até a minha morte tem hora de chegar,&lt;br /&gt;e a sua também, por sinal...&lt;br /&gt;Vamos dançar? Te convido para no ar da fantasia&lt;br /&gt;delirar, gozar o ato , o coito.&lt;br /&gt;Meu nariz é transparente, e o seu?&lt;br /&gt;Te convido pra jantar, então!Comerei sua carne e  sugarei seu néctar.&lt;br /&gt;E vc morderá meu coração.&lt;br /&gt;Faço questão, meu amor..se ainda chamas assim.&lt;br /&gt;Ao circo vamos! Rir de nós é o melhor remédio para&lt;br /&gt; esperar que passemos na televisão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4614415707323853531?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4614415707323853531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4614415707323853531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4614415707323853531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4614415707323853531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/09/sem-resposta.html' title='Sem Resposta'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-8906200090586756229</id><published>2008-09-25T21:47:00.003-03:00</published><updated>2008-10-02T20:20:53.840-03:00</updated><title type='text'>Urbutopic</title><content type='html'>Chove e é noite numa cidade neblinada.&lt;br /&gt;Parecida em sonhos, reflete talvez um ar de tristeza,&lt;br /&gt;mais muita complacência e encanto diante do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma caminhada modernista, surgiu permanente.&lt;br /&gt;Das danças paisagísticas encobriu-se no mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há partida e nem chegada...só transição.&lt;br /&gt;Não há forma nem razão,&lt;br /&gt;enquanto a mão rebater atenta&lt;br /&gt;o simples ato da revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utrus dia fui lá na casa de Caxeta, filho de Nico do seu Zé Menezes da mercearia(Pode conhecer!). Surpreendi de imediato com sua figura, meio embriagada e uma cara de cachorro raivoso. Tava bão não!Falava de universos. Só igual a ele pra entender....coisas simples...Falava com contextos inesperados, como -"sou invísivel"- , ou - "sou ligações celestiais concretas, ou pó do sideral"- Seria de fato a globalização?O resultado do alto conhecimento humano sobre ele mesmo?Ah..rssfdj..me enganei..rsrs,isso aí é união disfarçada de povos ,né?Pobre seria um sábio, que não me levasse em consideração. Sou poeta pô...sou poeta.Ou seria alucinação?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deu no jornal:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Namorado mata namorada, e esquarteja o seu corpo ficando apenas com a buceta pra chupar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A buceta apodreceu no final.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;CENSURADO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-8906200090586756229?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/8906200090586756229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=8906200090586756229' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8906200090586756229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8906200090586756229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/09/urbutopic.html' title='Urbutopic'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-8149478903423517318</id><published>2008-09-21T21:00:00.076-03:00</published><updated>2009-03-02T21:17:34.100-03:00</updated><title type='text'>AS CARTAS DO ANDARILHO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma lenda dos velhos tempos não me sai da cabeça. Reza essa lenda que certa noite, às margens do furioso Reno, caminhava um andarilho inquieto e sem destino. Ao passar na curva onde deságuam no Reno as águas do pequeno Mosela, ele avistou no outro lado no alto do rochedo uma &lt;em&gt;bela&lt;/em&gt; que penteava seus louros cabelos e cantava uma melodiosa canção. O andarilho, &lt;em&gt;encantado&lt;/em&gt;, num aceno incontrolável se atirou no rio em fúria, intransponível, para ir ao encontro da bela – o ímpeto de tal atitude, dizem os antigos, deixou claro que ele faria de tudo para chegar ao outro lado. No entanto, alguns dias depois, seu corpo foi encontrado às margens do mesmo rio, e, junto ao corpo, nove cartas escritas em pergaminho, endereçadas ao futuro. (Que reproduzirei aqui, neste blog). Dizem que o andarilho escreveu as nove cartas antes mesmo de encontrar a sua bela, e haveria ainda outras cartas perdidas; e que antes de se tornar o andarilho inquieto e sem destino, levava uma vida sossegada e sem muitas surpresas. Somente quando, numa noite chuvosa de setembro, começou a ter sonhos repetidos com uma &lt;em&gt;desconhecida&lt;/em&gt;, quebrou-se a rotina de seus monótonos dias; e, algum tempo depois, sem maiores explicações, acordou e saiu pelo mundo afora à procura de não se sabe o que, findando na derradeira noite nas águas do Reno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Existem outros desdobramentos e versões dessa mesma lenda; dizem que o canto da bela, que ecoa até os dias de hoje, não seria mero feitiço contra desavisados, mas antes lamento pela perda do próprio andarilho na travessia, tentando ir ao seu encontro. Ou ainda, em outras, que o corpo do andarilho jamais foi encontrado e que talvez tenha tido a sorte de ser o único mortal a quem a bela deixou que se aproximasse do rochedo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(Obs.: O título geral logo abaixo é atribuído ao próprio infeliz, e as cartas que se seguirão aqui, tratam de temas variados, que, entretanto, giram supostamente em torno dos sonhos com a desconhecida.) Eis aí a primeira carta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;LEMBRANÇAS DO FUTURO – NUMA SÉRIE DE CARTAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(Oh, Deuses da Noite, da Fortuna e do Acaso, recebam minhas preces)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;CARTA I&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Querida &lt;em&gt;bela desconhecida&lt;/em&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Agora&lt;/em&gt;, perdido no intermúndio das incertezas/ Vejo pela casa, misturadas a outras lembranças/ Lembranças de algo que não vivi./&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejo você deitada na rede na varanda, lendo um livro de desventuras qualquer./ Observo o cruzar de suas pernas e fixo os olhos em seus lábios enquanto você fala comigo no café da madrugada./ Tropeço em botinhas pretas no corredor./ E juntos subimos de balão aos céus em direção Alegria./ E tento congelar seu sorriso num desenho de papel./ E na tarde sem nuvens colorimos a casa de amarelo/ E pegamos o trem em direção ao mar dos bêbados/ E escuto gargalhadas das loucas em seu quarto Amsterdam/ E de bicicleta cruzamos a ponte nova dos excessos/ E discutimos na escada numa tarde tempestade/ E acordo você na manhã chocolate/ E festejamos sob a chuva a virada Aurora./ / &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E passeamos de barco pelo lago que fica do outro lado./ E você sorri ao ouvir as estórias contadas pela Lua/ E vendo os nomes escritos no muro do quintal./ E você corre e corre e corre entre lírios verdes espalhados pela sala sem fim./ / &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(E neste mesmo dia sonharei com seu cheiro, sua doce boca, e seu sorriso. E no dia seguinte apagaremos as luzes da casa e nos esconderemos um do outro. Até que nossos corpos, enfim, se encontrem.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E empurro você no balanço no quintal de folhas secas/ E deitados na neve vemos o céu avermelhado em relâmpagos/ E seu vestido salta do corpo e começa a dançar ao som de uma banda de New York City/ E pego em suas mãos e aperto-as contra meus lábios/ E nua vejo você sair do rio e caminhar em minha direção.../ E sigo as marcas em seu corpo até os lábios em chamas/ E voamos sobre as eras num instante de felicidade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ah, minha bela, mais e mais imagens se multiplicam por todos os cantos; e ao fim do dia já não sei diferenciar o que é real do que é sonho. Mas é tudo real! E é tudo um sonho! Vai saber as razões da deusa Fortuna! Este jogo só pode ser a &lt;em&gt;sorte&lt;/em&gt; de um &lt;em&gt;encontro marcado&lt;/em&gt; – na necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fico ao relento a sua espera. Espero você voltar, você chegar, meu jogo de azar... um belo vício! Vou a lugares desconhecidos e tagarelo para o vento. E você surge e desaparece antes que possa ao menos lhe dizer...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;Minha&lt;/em&gt; bela desconhecida, este era o nosso mundo! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;Aqui&lt;/em&gt;, nesses delírios em que num breve piscar você aparece, pude ver no labirinto dos seus olhos o reflexo do meu desejo – e não encontrei mais saída. Ao sobrepor o tempo, corri o perigo de ficar preso &lt;em&gt;entre&lt;/em&gt;-mundos. É somente você que pode dar fim às incertezas presentes. A chave para ajustar o &lt;em&gt;aqui e agora&lt;/em&gt; ao &lt;em&gt;tempo futuro&lt;/em&gt; é nosso encontro; viveremos tão somente o &lt;em&gt;instante&lt;/em&gt; – estar perto um do outro nos bastará. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Algo tão &lt;em&gt;pleno&lt;/em&gt; talvez provoque a inveja dos humanos e a ira dos Deuses – pedras e raios no caminho. Mas &lt;em&gt;juntos&lt;/em&gt; não há descaminhos que nos faça cair – pois aprenderemos a dançar. Sim, a dançar, novamente. E todo o resto esqueceremos, e descobriremos como crianças tudo de novo. Cantando e dançando. E mais uma vez e sempre. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ah! Eu sei, &lt;em&gt;agora e aqui&lt;/em&gt; – canto o futuro. Mas cada pequeno gesto como que mistura nossos caminhos em um só. São sementes que crescerão em suaves vínculos de amor que nos elevará ao infinito! O vento da sorte enviará a brisa de uma noite porvir... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O caminho que faremos juntos está em aberto. Um brinde ao desconhecido!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Até breve, minha querida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;*******&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Pobre andarilho..., caso a primeira versão da lenda corresponda ao que de fato ocorreu, a “noite porvir” que ele canta que o levaria aos braços da bela desconhecida, o levou aos braços da morte. Quanto à desconhecida, dizem que ainda hoje, do alto do rochedo, está a fitar com seu olhar labiríntico o Reno aos seus pés, e cada canção sua seriam lágrimas imaginando qual vida em abundância ela levaria se tivesse se jogado junto com o andarilho nas águas do furioso rio – a carta não chegou até ela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-8149478903423517318?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/8149478903423517318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=8149478903423517318' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8149478903423517318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8149478903423517318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/09/as-cartas-do-andarilho.html' title='AS CARTAS DO ANDARILHO'/><author><name>Antônio Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03616831715442166500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-24374521283146308</id><published>2008-09-16T23:06:00.004-03:00</published><updated>2009-07-05T13:32:06.299-03:00</updated><title type='text'>Olhe ao lado</title><content type='html'>&lt;p&gt;"Olhe para todos a seu redor e veja o que temos feito de nós.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos amado, acima de todas as coisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos aceito o que não entendemos porque não queremos passar por tolos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos amontoado coisas, coisas e coisas, mas não temos um ao outro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos nenhuma alegria que já não esteja catalogada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora, pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos procurado nos salvar, mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer sua contextura de ódio, de ciúme e de tantos outros contraditórios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar nossa vida possível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos o que realmente importa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falar no que realmente importa é considerado uma gafe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não temos sido puros e ingênuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer “pelo menos não fui tolo” e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos chamado de fraqueza a nossa candura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia".&lt;/p&gt;क्लारिस लिंस्पेस्क्टर&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[sine data]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-24374521283146308?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/24374521283146308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=24374521283146308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/24374521283146308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/24374521283146308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/09/olhe-para-todos-seu-redor-e-veja-o-que.html' title='Olhe ao lado'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-9108751579143775617</id><published>2008-09-09T22:35:00.002-03:00</published><updated>2008-09-09T22:40:06.106-03:00</updated><title type='text'>NO ÁTOMO DA TUA CARNE</title><content type='html'>No átomo da tua carne, lá estarei. A brincar com teus prótons e elétrons, lá estarei. Os nêutrons não, porque são um bando de babacas. Quero apenas que o LHC seja ligado e a filosofia materialista triunfe sobre esses porcos bocejadores. Espero que o sangue triunfe sobre o espírito e o neurônio sobre a idéia. E assim transmitiremos nossos fluidos mais uma vez, antes que a noite acabe. Antes que os átomos da tua carne saiam por aí, se rearranjando em qualquer outro lugarejo do cosmos.&lt;br /&gt;Sim, eu sou materialista.  Mas, o que significa, para mim, ser materialista? Ser materialista significa assumir como pergunta íntima e fundamental a seguinte questão: o que é a matéria? Ou seja, meu materialismo parte de uma pergunta e não de uma resposta. De uma pergunta que talvez nunca seja respondida.&lt;br /&gt; Eu e meu parceiro Demócrito canibalizando partículas pelo planeta, à procura de garotas quânticas, consumindo mais uma equação pela noite. Um equação que nos deixará completamente doidos.  Eu gosto da energia escura a sambar na madrugada das galáxias.&lt;br /&gt;As forças de interação nuclear estão agindo em meu pênis, meu esperma é lixo atômico puro. Não toque ou poderá se contaminar.&lt;br /&gt;Eu sou materialista? Mas se me perguntas o que é a matéria, eu respondo: não sei! Mas sei que ela está por aí, escura, colorida, com suas ilusões, sua criação e destruição. O que é a matéria? Espero que os físicos, com a ajuda do LHC me esclareçam (quero um pedaço de LHC). Ou talvez não. Talvez eu viva com essa questão.  Afinal, quem precisa de respostas? Não gosto de respostas, as respostas matam, escravizam, congelam. As respostas dogmatizam, as respostas são a morte do pensamento. Por isso não possuo uma crença, possuo uma pergunta, uma indagação, e na minha indagação eu vivo inquieto. Não quero que ninguém me esclareça, não desejo ser esclarecido. Não desejo ensinar ou iniciar. Não desejo estar certo. É a minha pergunta e a minha metáfora. Deixem-me em paz, malditos!!! No átomo da tua carne, lá estarei, a esperar uma colisão de partículas que dará origem a um novo universo. Um novo univeso de átomos e de carne. Doce carne erótica de tua boca. Me dê um pouco de teus átomos, bem na boca. Só um pouco de teus átomos. Antes que eles fujam do físico ateu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-9108751579143775617?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/9108751579143775617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=9108751579143775617' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9108751579143775617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9108751579143775617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/09/no-tomo-da-tua-carne.html' title='NO ÁTOMO DA TUA CARNE'/><author><name>Macaco-aranha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5020193298187127392</id><published>2008-08-29T13:14:00.001-03:00</published><updated>2008-08-29T13:17:02.909-03:00</updated><title type='text'>Fragmento V</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;Lema do Boi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Vaca, capim e sal;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E correr do açougueiro depois! &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5020193298187127392?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5020193298187127392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5020193298187127392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5020193298187127392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5020193298187127392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/fragmento-v.html' title='Fragmento V'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-2716364997220640500</id><published>2008-08-27T20:02:00.002-03:00</published><updated>2008-08-27T20:05:12.088-03:00</updated><title type='text'>1° Observação</title><content type='html'>O poêta aponta a lua o imbécil olha o dedo !&lt;br /&gt;                                              (                          )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-2716364997220640500?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/2716364997220640500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=2716364997220640500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2716364997220640500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2716364997220640500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/1-observao.html' title='1° Observação'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7719418898567219443</id><published>2008-08-26T18:30:00.010-03:00</published><updated>2008-08-26T18:55:11.072-03:00</updated><title type='text'>O Grito Silencioso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De uns tempos para cá, um&lt;em&gt; tropeço&lt;/em&gt; me fez dar alguns passos para trás e para os lados, e comecei desajeitadamente a &lt;em&gt;dançar&lt;/em&gt; – sem mais certezas. Literalmente e em sentido figurado... O curioso é que o sentimento de estranheza em relação a tudo, que surgiu aí, surgiu precisamente a partir do que, por outro lado, me deu uma razão para &lt;em&gt;me prender ao mundo&lt;/em&gt;. Velho impasse, velhas incertezas, um passo atrás um passo a frente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A partir daí, apesar de sentir meu espírito como que &lt;em&gt;em delírio&lt;/em&gt;, e de forma estranhamente lúcida – nada. Nada! Talvez, me disse não sei quem na época, fosse aquela terrível inquietação que por vezes se mostra quieta. – Ah! Mas de que me adianta ter o espírito envolto a toda sorte de “imagens” se por fim elas não passem disso, não assumam um caráter efetivo? E por outro lado, na falta da Forma, ou melhor, na falta da Bela Forma, a matéria não passa de &lt;em&gt;merda solitária&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E é mais ou menos em meio a esse estorvo que me perdi por esse longo tempo de silêncio aqui, neste renomado blog. De um lado, eu, Antônio Ribeiro, acreditando estar possuído pela “Musa” (mas não conseguia tornar isto objetivo); de outro lado, uma vastidão de possibilidades de mundo, mas sem forma e sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A idéia até que vinha, mas como que um instante antes de chegar às cordas da laringe, tísica, tênue, mínima, raquítica, ou antes que eu conseguisse fixá-la em tinta e papel, ela se perdia em redemoinhos de devaneios tristes que a sufocava e reprimia. Ou ainda se perdia em textos outros, como se perdeu... Mas não mais! – Este escrito vem quebrar o silêncio depois de oito meses!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Desculpem-me, caros possíveis leitores, não tive paciência para bolar aqui uma apresentação com mediações mais elaboradas. Escrevo o presente quase por imposição, minha imposição. Nada de torto e brilhante – é certo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É mais como se um anjo reto tivesse dito: &lt;em&gt;Vai, Ribeiro! Ser destro na vida!&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7719418898567219443?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7719418898567219443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7719418898567219443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7719418898567219443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7719418898567219443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/o-grito-silencioso.html' title='O Grito Silencioso'/><author><name>Antônio Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03616831715442166500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1770873346998850366</id><published>2008-08-25T19:25:00.011-03:00</published><updated>2009-06-28T14:47:34.825-03:00</updated><title type='text'>Casos provincianos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Havia um tal chamado Chico Sé; este só de ver dava medo. Era um homem dos terríveis; sempre armado, sempre desconfiado. Sabia-se de dois defuntos que ele dera cabo. Um foi numa banalidade das tamanhas: matou o cristão com o único motivo de se ver livre de uma dívida de alguns poucos reais, que nem vale a pena aqui dizer o quanto. O outro foi por um motivo mais nobre um pouco – o tal havia ultrajado sua irmã e ele se viu no direito de fazer justiça.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Nunca se vira uma criança perto dele, nem uma pessoa sorrindo; dava para se sentir a densidade daquela figura maldita a quilômetros. Até mesmo os cães sentiam o cheiro de gente ruim e se afastavam quando Chico Sé se aproximava. Era casado e batia na mulher, que coitada, foi-lhe vendida pela mãe pobre quando tinha por volta de seus quinze anos. Ela era um mero objeto na mão daquele truculento sem modos. Havia ódio no olhar dela quando se tocava no nome do marido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Eu via aquele homem do fundo do bar de meu pai nos idos anos de minha vida; um bar de beira de estrada, onde com freqüência Chico Sé passava com aquele seu opala velho cheirando gasolina. No bar bebericava umas cachaças e contava histórias de dar medo nos demais, principalmente em mim e meu irmão, que ainda éramos crianças. Vi, por estas e outras, que ele não valia muito o angu que comia...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Vai que um dia Chico estava no bar, do lado de fora sorvendo um pouco daquele vento de agosto que a muitos leva. Eu o observava do brejinho ao lado, onde eu e meu irmão brincávamos sempre. Ele picava fumo de rolo para fazer um cigarro; fazia seu trabalho parcimoniosamente, como se ele não fosse o cara truculento que era normalmente. Depois começou a ajeitar a palha de milho para fazer o mais belo cigarro – deve ter pensado – pois com a mesma parcimônia com que picava o fumo, também ajeitava a palha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Mas aí soprou um vento mais forte, que levou sua palha, que então já devia estar pronta para o melhor cigarro. A palha voou para o asfalto e Chico Sé, com a mesma calma com que fazia todo o serviço para enrolar o cigarro, foi apanhar a palhinha, antes que outro vento a levasse para mais longe. Abaixou-se para pegar a danada, mas como havia de algum modo previsto, veio um vento e a levou. Chico Sé já começava a se encrespar com as forças da natureza, mas não teve muito tempo: veio um caminhão que o atropelou e quebrou metade dos ossos de seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Quando vi os bombeiros apanhando o que restara de Chico Sé espalhado pelo chão, pensei que nunca mais veríamos aquele machão vivo. Ouviu-se tempos depois que ele havia quebrado as duas pernas, os dois braços, por volta de sete costelas, sem contar os quase mil pontos que foram usados para ajuntar todos os seus pedaços. Mas aparte isso, tinha sobrevivido, diziam.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Eu nunca acreditei que um homem pudesse sair vivo de um acidente como tal até o dia em que vi Chico Sé adentrando estrondoso o bar de meu pai, não mais do que seis meses depois do ocorrido. Agora ele estava um pouco torto, com algumas cicatrizes no rosto, o que o deixara mais terrível. Era o mesmo homem que estava ali na nossa frente, com os mesmo gestos e truculências.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Depois disso ele apareceu no bar por diversas vezes; veio com muitas outras histórias de terror. Ouviu-se depois até dizer de um que havia morrido e que era o Chico Sé o encomendador. Depois ele ficou por um tempo sumido; apareceu esparsamente no último ano; e um belo dia de agosto de ventos soprantes e luz densa, chegou a notícia que não tardava: Chico Sé morreu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Eu pensava até então que Chico Sé não era homem de morrer – devia ter parte com o sujo. Mas morreu, e na hora pensei, como todos devem ter pensado, que no mínimo a morte devia ter sido morte matada – muita gente não gostava daquele sujeito. Porém, foi logo adiantando o Zé Lé, que dava a notícia, que ninguém tinha matado ele não: Chico Sé morreu engasgado com café, disse. Ninguém acreditou naquela notícia inverossímil; como podia um homem feito o Chico morrer de forma tão besta? Pensavam todos. Deve ser um castigo do destino ou de Deus. O certo é que Chico Sé depois de morto virou motivo de chacota: um homem que parara um caminhão no peito ia morrer engasgado com café.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    De tudo ficou uma lição: cuidado com seu cigarro, mas principalmente com seu café. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1770873346998850366?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1770873346998850366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1770873346998850366' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1770873346998850366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1770873346998850366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/um-caso-provinciano.html' title='Casos provincianos'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5939034928660770916</id><published>2008-08-08T16:22:00.003-03:00</published><updated>2008-08-10T02:02:42.693-03:00</updated><title type='text'>Contos por um Nada</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Amigos, amigos e amigos... Tenho por obrigação apresentar a vocês este camarada que responde pelo nome de Sr. Nada , isso mesmo, Sr. Nada, assim ele se intitula, pois bem meu papel aqui é apenas apresenta-los e cabe a ele agora tomar conta da narrativa que se seguirá:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pois bem, assim como fui apresentado meu nome é Nada, tenho alguns anos que se resume à algumas décadas, garanto&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;lhes que mais de duas as são e também lhes digo que não tenho muito a dizer além da minha rotina de bêbado, e pode se dizer também ocasionalmente drogado pela vida, não que isso me apeteça em demasia, muito pelo contrário ... Eu acho é pouco!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Então... sou funcionário público de um estabelecimento no qual não exerço praticamente nada além de cumprir minhas horas para que assim me mantenha saudável e embriagado, minha vida sexual sempre me foi satisfatória até&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que as mulheres me conheçam e comecem a me tratar com desdém; com relação a amigos não tenho nenhum que mereça ser citado, até mesmo o otário deste que me apresentastes a vocês não o considero como tal, amizade é bom, mas nem sempre o que é bom para alguns para mim o é ..., ranzinza o sou, mas nem sempre e talvez o penses que sim mas gosto de contraria –los e em uma conversa informal aposto algumas cervejas contigo que o trato que tenho com um estranho sempre será como um estranho, lembrem –se não faço questão de amigos, e estranhos sempre serão estranhos... Entenderam!? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ando com algumas inquietações prazerosas que podem se traduzir como surpresas, há alguns dias mesmo recebi uma ligação em meu adorado serviço, ADORADO ! De uma possível e comprovada admiradora de meus escritos, além de exercer o funcionalismo público também brinco com as letras, me solicitando presença no quarteirão a esquerda da rua principal desta obscura e lugrube cidade dizendo exatamente dessa forma :&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Hey Senhor Nada, estou aqui em um carro preto, táxi, a sua espera, entre e nada diga, tenho uma surpresa.... sua admiradora !&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim sendo me indaguei, quem poderá ser essa vadia da qual não imagino, uma coroa, uma ninfeta&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;..., &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;as vezes ou quase sempre nunca me dou bem com mulheres ... mas sempre falo exatamente o que elas querem ouvir e quando elas se dão ao trabalho de me ouvirem sempre as levo ao meu abatedouro, mas quase sempre a relação não é duradoura; tenho várias estórias do tipo....mas me prenderei a esta por hora; retomando meu pensamento, acho que pela minha sutilêza de elefante após a vitória limpa para com elas elas,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;elas acabam se afastando, mas pouco me importa, nunca tive paciência para com elas e a única que tive até então me ferrei, é como nôs velhos e bons causos dessa minha terra, macaco velho não é bobo a ponto de cair do mesmo galho... &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E o pensamento de quem poderia ser me incomodou e fui ao banheiro, jorrei um pouco de água em meu rosto castigado pela vida, olhei profundamente no espelho e vi que ainda era requisitado, e ainda brinquei com a minha imagem ... será que são meus cabelos grisalhos ? Caminhei pelo corredor da instituição até a mesa de café, meu local preferido, lá nunca havia pessoas, tinha café, biscoitos e água para curar minha constante ressaca da vida, me servi e num lapso decidir ir até o local do qual me foi requisitada a presença, mas antes até passou pela minha cabeça a justificativa para minha ausência da função de fazer nada, mas como não sou respeitador e ainda sou concursado pelo governo que se intitula federal a justificativa não me cabia no momento a superior nenhum, e penso e sempre pensei que sou meu próprio deus.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;_ Caminhei até a rua (...), chegando por lá avistei o táxi, acendi um charuto da vitória, pois sabia que sairia bem e satisfeito desta, pois o maldito cheiro de sexo, vitória e poder estava no ar..., num instante estava dentro do carro e a guerra da qual sabia que sairia vitorioso, havia acabado de começar !&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Era uma mulher, que mulher aquela... na casa de 28 anos, que respondia pelo nome de Cibelle eu acho, experiente e daquelas que sabem o que quer assim como alguns que ainda não sabem, é o oposto, raciocinem ! Não era puta, mas agia como tal ...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Em poucos segundos parecíamos íntimos e ela me apresentou um dos meus escritos solicitando que o assinassem e dedicasse à mesma... Para lhe serem sinceros eu não me lembrava exatamente o que se passava no mesmo, apenas me lembrava que era uma de minhas falsas exaltações ao amor, ao sexo pleno e respeitador, à cumplicidade de uma relação e aos desamores e amores que a vida nos ocasiona fazendo àqueles que acreditam em tal chorarem mesmo que em silêncio, vocês sabiam as mulheres choram em silêncio e elas pensam que seus olhos podem mentir, mas quando suas vidas se tornam um compromisso e os homens de suas vidas morrem ... elas choram &lt;st1:personname productid="em silêncio. Enfim" st="on"&gt;em silêncio. Enfim&lt;/st1:personname&gt;, tudo que uma mulher quer ouvir e que vocês ainda não o fizeram ... assim que terminei meu rabisco fui puxado para perto de seus lábios molhados e ardentes em vontade de tocar-me, compactuei, claro!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por fim terminamos todo o serviço sujo e direcionamos a um bar sujo e nojento, onde era rei ou era amigo dele, grado bastante destes lugares, isso acontecendo enquanto meus companheiros de profissão se matavam em um trabalho que não os levaria a nada além de uma morte lenta, e nada honrosa; não me lembro o nome da vadia ao certo, mas tenho certeza de que não é o que eu mencionei acima, quando chegarem a minha idade entenderam a minha perda de memória ... e a minha extrema vontade de fazer mal ao próximo, quando ao nome não faço questão também de   &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;lembrar – me , as vezes ou sempre &lt;span title="Click to correct" id="3"&gt;esquecer- se ... deixar levar – se ao nada, ao esquecimento pleno(...), chegando ao nirvana é uma boa fuga...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Agora quanto a garota assim que descobriu realmente quem eu era se deu ao trabalho de partir puta , assim como a foi na cama comigo; sinceridade ... eu acho é pouco !&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;_ Outras viram e a estória se repetirá com alguns pormenores diferentes ... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5939034928660770916?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5939034928660770916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5939034928660770916' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5939034928660770916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5939034928660770916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/contos-por-um-nada.html' title='Contos por um Nada'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-2496883506858618320</id><published>2008-08-08T10:26:00.000-03:00</published><updated>2008-08-08T10:27:46.414-03:00</updated><title type='text'>Fragmento IV</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ouro Preto é um buteco a céu aberto&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-2496883506858618320?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/2496883506858618320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=2496883506858618320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2496883506858618320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2496883506858618320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/fragmento-iv.html' title='Fragmento IV'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7487571728842713177</id><published>2008-08-05T20:38:00.002-03:00</published><updated>2008-08-05T20:46:42.413-03:00</updated><title type='text'>A mulher mais linda da cidade _ As duas melhores coisas da vida é comer !</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;Meu tédio se mistura à minha sobriedade demasiada em ressaca, em excessos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;As vezes me pergunto o por que disso tudo, nossos amores que nos deixam mais vivos mas que também nos matam ... acho que hoje mesmo li algo parecido com isso ¨melhor a dor da ausência do que da perda¨, era mais ou menos isso... ahhhhhh e será que isso é verdade ou será que é mentira? Duvido  que os empiristas concordariam com tal, mas como um niilista convicto que sou não acredito em nada e nisso também seria contraditório crer, mas não deixa de ser interessante e ponto final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Eu sempre respondo essas perguntas sem respostas com a seguinte expressão, “depende do ponto de vista”, não sei se a criei, talvez a tenha sim, logo eu que sou e que já fui julgado por muitos como um grande criador de axiomas, para lhe serem sinceros meus caros e poucos e selecionados leitores... Vocês sim são grandes e possuem almas nobres... São dignos de minha amizade... huahuaha mas que preponderância não !? Pois bem, voltando ao diabo da expressão axioma, quando a ouvi, não sabia o que era mesmo sendo julgado como tal... Senti-me um Gregório de Matos quando inserido no barroco, nem ele nem eu, e querem saber, para os infernos os axiomas e seus criadores!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Ahhhh... Meus amigos... meus poucos amigos, ouço no momento With litle help my&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;friends – Joe Cocker, acho que hoje preciso de ajuda, uma pequena ajuda dos velhos e bons amigos, vocês já se sentiram assim ? Creio que sim... Mas isso é um outro assunto do qual trataremos em uma outra ocasião, ou numa mesa de bar, ou na cama com sua amada depois de um belo afago e demonstração afetuosa de carinho por ambas as partes... Afinal as duas melhores coisas que se pode fazer na vida é comer, concordam?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;Falando em comer, hoje mesmo em um passeio conjugal com a mais adorada das criaturas, logo após termos compactuado com um expresso, uma torta de chocolate, hum ... “bacaninha” não? Até eu mesmo me impressiono com algumas atitudes de bom grado de minha parte, vejam bem; depois daquela demonstração de afeto, que foda se, se não foi sincera de ambas as partes, vai entender a alma humana, mas foi bom, afinal o que é bom para mim é sempre bom, já dizia meu alter ego que ainda não tem nome, lembram – se, sou niilista; acabei por comentar algo do tipo... “As duas melhores coisas da vida é comer”, dessa forma a garotinha me indaga e como bom cavalheiro que sou e pela educação que eu mesmo me proporcionei tive que me explicar de uma forma sucinta aquilo que a gente adora falar com um vocábulo chulo... Estão vendo só o que a falta de assunto ocasiona ? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;- &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Relatos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:14;"  &gt;Mas me sinto vivo por poder compartilhar algo que me foi especial, que me fez sentir vivo, que me fez ter vontade de ser alguém na vida, que me fez realmente ter vontade de realmente me inserir no senso comum, acho que hoje como nunca me senti parte do outro lado da moeda da qual não compactuo e é por isso que hoje ouvi e reli uma letra do grande Black Sabbath _ Sabbath Cadabra &lt;i style=""&gt;“&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;Feel so good I feel so fine; Love that little lady always on my mind;She gives me lovin' every night and day;Never gonna leave her; Never going away&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:14;"  &gt;” e terminarei esta pequena demontração de afeto e gratidão a mulher mais linda da cidade e da região dos inconfidentes, ouvindo também a maravilhosa canção Sweet |Freedon – Uriah Heep.&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dedicado a todas as pessoas que amo e que gosto de partilhar momentos simples, bucólicos e que para mim são grandiosos chegando perto do sublime, e também a algumas canções que realmente me identifico e que não conseguiria viver sem assim como vocês, você e você e principalmente você minha querida ..., &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:14;"  &gt;Obrigado por existirem e me fazerem bem, vocês sabem quem são&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;!&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7487571728842713177?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7487571728842713177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7487571728842713177' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7487571728842713177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7487571728842713177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/mulher-mais-linda-da-cidade-as-duas.html' title='A mulher mais linda da cidade _ As duas melhores coisas da vida é comer !'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-500265135931149407</id><published>2008-08-04T12:00:00.002-03:00</published><updated>2008-08-04T12:04:20.199-03:00</updated><title type='text'>Manifesto Inconsequente para salvar o Mundo.</title><content type='html'>Por acaso a entrevista concedida ao correspondente R.F foi lida pelo andarilho do mundo - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Matuzalém&lt;/span&gt; da Costa - e de imediato se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;arresolveu&lt;/span&gt; se posicionar , e eu tomei a liberdade de postar o seu relato sobre o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;"Jovens do novo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;milênio&lt;/span&gt;, também adultos e crianças; sei lá se novo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;milênio&lt;/span&gt; posso dizer , o negócio é que estamos entrando num tipo de colapso mental.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;A morte é a nossa maior riqueza difícil de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;acrecritar&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Por meros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetos&lt;/span&gt; somos moldados, por meros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;objetos&lt;/span&gt; somo nomeados.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Na real grandeza sou eu enquanto tu, assim como vós e nós somos o Universo , unidos no infinito.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Se a propaganda convence, desfaça dela.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Antropofagie&lt;/span&gt; a Beleza;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Revolucione o Amor;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Rumine a Dor,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;E nunca morra de Tristeza."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-500265135931149407?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/500265135931149407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=500265135931149407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/500265135931149407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/500265135931149407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/manifesto-inconsequente-para-salvar-o.html' title='Manifesto Inconsequente para salvar o Mundo.'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-8051008972252874045</id><published>2008-08-02T20:56:00.002-03:00</published><updated>2008-08-06T21:58:35.106-03:00</updated><title type='text'>Ahhhhh!!!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ora caríssimos. Estou aqui pensando em algo para escrever para esse tão renomado blog, com figuras tão ilustre como a do tímido Provinciano, do rodante Hellbanger, do sambante Saulo, do cantante Concesso e do apaixonado Aristides de flor na lapela, mas não tinha assunto nenhum a tratar. É noite de sábado, exatamente 20:27. Alguns diriam que eu devia estar na rua buscando as verdadeiras estórias. Eu penso que também devia estar na rua procurando, além das estórias, meu epíteto: que por ora é ‘o idiossincrático’.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ouso o som dos carros passarem apressados, do ônibus com seu estardalhaço, de um cão que late ao longe... Ouso agora o som de passos femininos sob a minha janela; levanto-me e vou olhar quem é. Moça bonita que passa por aqui sempre, acho que mora por perto; casável. Aboleto-me novamente para escrever e nada vem em mente. Principalmente agora embebido do perfume da bela moça. Assuntos deviam ser vendidos na esquina, como cachorro quente; é inadmissível não haver assuntos. Deveríamos instaurar a lei: proibido não ter assuntos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O cansaço não me deixa pensar, definitivamente. Acho que vou seguir o conselho dos possíveis conselheiros e sair para procurar as verdadeiras estórias, mesmo que elas nunca sejam escritas. O epíteto pode ir ficando aquele mesmo, sem problemas. Peço desculpas por não ter assunto e até mais ver.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-8051008972252874045?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/8051008972252874045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=8051008972252874045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8051008972252874045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8051008972252874045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/08/ahhhhh.html' title='Ahhhhh!!!'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1326919317881341952</id><published>2008-07-31T20:35:00.000-03:00</published><updated>2008-07-31T20:37:14.863-03:00</updated><title type='text'>Poema para uma noite estrelada</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Que lindas são aquelas estrelas no infinito,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Tão distantes...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No entanto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu não estranharia nem um pouco,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se uma delas caísse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sobre minha cabeça.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1326919317881341952?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1326919317881341952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1326919317881341952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1326919317881341952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1326919317881341952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/07/poema-para-uma-noite-estrelada.html' title='Poema para uma noite estrelada'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7807043973464312108</id><published>2008-07-29T11:41:00.002-03:00</published><updated>2008-07-29T11:47:41.439-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com Henry Chinaski</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A entrevista que se segue foi concedida ao correspondente do O Provinciano Cosmopolita em LA, R. F., pelo ilustre &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Chinaski"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que não nos cobrara nada, mas pediu que trouxéssemos cigarros e vinho bebível. Como sabíamos que gostava também de whisky levamos, além do vinho e dos cigarros, uma garrafa que nos disseram ser de um whisky relativamente bom, que só mais tarde eu fui saber que aquele era na verdade um dos piores do mercado: um whisky podre, como nos disse Chinaski.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: Olá Senhor Chinaski, saudações do Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; No Brasil há pessoas que saúdam?&lt;br /&gt;R. F.: Pode acreditar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: A primeira coisa que gostaríamos de saber de você nesta entrevista é o seguinte: você acredita que a vida tem sentido?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Na maioria das vezes não; mas quando os cavalos fazem aquilo que pedimos a vida quase faz sentido... São bons momentos dos quais parece ser feito o paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: Você acredita em uma vida paradisíaca após a morte?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Não, e mesmo que tenha é bastante possível que seja entediante; a não ser que sintamos uma eterna sensação do cavalo em que apostamos chegando em primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: Você tem medo da morte?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Não. Acho que de certo ponto de vista será legal, ninguém para encher o seu saco; além disso, mesmo que tenha alguém você não os dará ouvidos (um gole da garrafa de whisky). Por outro lado, acho que vou sentir saudades do gosto doce de um puro whisky escorces e de umas escapadas ao hipódromo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: O que você acredita ser necessário para se viver?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Cavalos, bebidas e mulheres que compactuam com os dois anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: O que você pretende fazer da vida incerta?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Pretendo fazer o que é certo: comer, dormir, foder, mijar, me vestir, andar por aí e encher o saco dos outros. Está bom, acho que assim vou preenchendo os vazios da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. F.: Se o mundo fosse acabar hoje, de que forma seria para você mais interessante?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Henry Chinaski&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;: Inundado em whisky escorces – seria uma morte divina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: a entrevista continuou noite adentro, mas neste momento eu estava bêbado demais para continuar anotando; de modo que ela termina aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7807043973464312108?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7807043973464312108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7807043973464312108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7807043973464312108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7807043973464312108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/07/entrevista-com-henry-chinaski.html' title='Entrevista com Henry Chinaski'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5095247724560602400</id><published>2008-06-28T11:32:00.002-03:00</published><updated>2008-07-28T19:01:20.754-03:00</updated><title type='text'>Fragmento III</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O marxista é aquele que abandonou a idéia de Deus,&lt;br /&gt;Sem, no entanto, abandonar a de paraíso...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5095247724560602400?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5095247724560602400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5095247724560602400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5095247724560602400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5095247724560602400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/06/fragmento-iii.html' title='Fragmento III'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4989304948605045654</id><published>2008-05-10T13:03:00.002-03:00</published><updated>2008-05-10T13:14:33.468-03:00</updated><title type='text'>Auto navalhografia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Começo a escrever pelo lado avesso da folha. É bom quebrar a ordem lógica das coisas, nem que seja nesses mínimos detalhes de nossa levada. Este avesso é o lado B do disco, no tempo em que havia no mundo algum lirismo.&lt;br /&gt;Sinto de forma muito forte um sentimento de vencido. Dói demais o sentimento de impotência. Não é nada fácil ter alguns sentimentos. Freud se mataria se tivesse convivido uma semana comigo. Talvez seja por estes sentimentos disformes que  atribuo o excessivo valor que projeto nestas pequenas transgressões. Sutis, efêmeras, porém meditadas com engenho para serem eficientes formas de corrupção, além de serem fiéis mensageiros daquilo que não temos energia para expressar.&lt;br /&gt;Com nenhum prazer em apresentar-me, digo-lhes um pouco de mim.&lt;br /&gt;Sou um homem de meia idade que impressiona a todos na revelação de meus anos contábeis, pois parecem ser muitos mais. Mas não quero enganar a ninguém, muito menos a mim.&lt;br /&gt;Sinto-me como um velho. Não tenho feito novos amigos. Os meus velhos companheiros me bastam, e só preciso deles para viver. Abandonei meus velhos vícios e tenho esperado, em igual proporção, muito e muito pouco da vida. Meu sentimento é dúbio em relação a quase tudo.&lt;br /&gt;Já não sei dizer o que desejo para o futuro e os erros do passado tem me consumido. Não desenvolvi a arte da superação e o recalque é  meu café da manhã. Sou um misto de frustração, desejo, euforia, inconstância e remorso, temperados com uma pitada suficiente de humor negro. Sou medroso, trabalho só por necessidade e detesto pessoas arrogantes e prepotentes.&lt;br /&gt;Cada vez mais me apaixono pelas pessoas que estão ajudando a me construir e minha ojeriza com meu extrato bancário não me deixa dormir. Estou tentando ser funcionário público para ficar ainda mais sem propósitos. Não consigo sorrir por mais de dez minutos sem ficar constrangido e há dias em que meu coração ameaça parar.&lt;br /&gt;Enfim, não sei de meu presente e sinto a constante ameaça do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu nome é Aristides Araújo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouro Preto, maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Agradeço e dedico o presente a Cabritovários Cabritkovitch.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4989304948605045654?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4989304948605045654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4989304948605045654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4989304948605045654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4989304948605045654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/05/auto-navalhografia.html' title='Auto navalhografia'/><author><name>Aristides Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05768133558941897200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-3889029911630542876</id><published>2008-04-30T16:06:00.005-03:00</published><updated>2008-07-29T12:56:15.039-03:00</updated><title type='text'>MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO</title><content type='html'>&lt;p&gt;Era uma vez um rapaz que pediu a uma linda garota :- Você quer se casar comigo? Ela respondeu: - NÃO! E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, comeu-as todas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele। &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se fudeu e ficou sozinha&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;FIM!!!!!!!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-3889029911630542876?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/3889029911630542876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=3889029911630542876' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3889029911630542876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/3889029911630542876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/04/menor-conto-de-fadas-do-mundo.html' title='MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4969313692353780103</id><published>2008-04-29T18:41:00.000-03:00</published><updated>2008-04-29T18:42:43.869-03:00</updated><title type='text'>Nada mais que um homem*</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pouco importa ao nosso caríssimo leitor saber precisamente onde se passam os fatos que tentarei narrar. Que fique bem claro: não há imparcialidade alguma nas páginas que se seguem. Ou haveria?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O que acontece é que infelizmente o narrador que vos transcreve este relato -, digo transcrever, pois é algo que o chegou por outrem – não conheceu de fato os fatos; limitou-se a interpretar as interpretações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Dadas estas breves justificativas podemos partir ao nosso objetivo: narrar a presença e a ausência de dois corações que foram um, e voltaram a se fragmentar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nada mais nos importa que um único dia que alterou uma rotina flácida que compunha nosso personagem. Aliás, já se trafega pela boca da plebe que basta um dia para que uma vida se altere. Completaríamos que ás vezes esperamos um dia apenas que justifique nossa efêmera passagem pela navegante e inconstante vida. Mas...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Encontrava-se só, em uma rodoviária imunda em algum recôndito canto de algum lugar atingido pelo trópico. Haja vista o lirismo de nossa narrativa não é possível esconder do leitor esta informação. Sua territorialidade é quase explicita. Mas encerram-se por aqui as descrições. Nosso leitor será melhor que o narrador e cobrirá as lacunas de nosso conto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas de qualquer forma ele estava só. E neste estado esteve até que algo muito forte lhe chamou atenção. Não conseguiu, por mais que quisesse não se envolver na situação, algo havia ali que era impossível de negar, não pode deter o seu inquisidor olhar e, sejamos coerentes, bastante ranzinza e mal humorado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Algo o prendera ali, não apenas fisicamente, pois uma energia que houvera tempos não sentia havia lhe acometido, mas, principalmente toda sua atenção. Bem localizado entre a última porta que dá entrada ao saguão e a primeira fila de guichês estava aquilo que lhe causara tanto encanto, embora ainda desconhecesse o que era. Aliás, aquele ponto parecia-se, para não dizermos categoricamente que era exatamente aquele homem em forma de concreto, o que nosso leitor poderia achar demasiado pretensioso. Mas de fato aquele ponto tinha algo de si. Observou que os guichês que lhe transpunham a vista estavam, divisionalmente exatos: cheios, em uma de suas metades, com sorrisos esperançosos, movidos pela possibilidade de reencontros e, por outro lado, completamente vazios. Nela não chegavam ninguém. Os poucos que ali chegavam não acreditavam na reparação de uma saudade causada pela partida. Não podemos deixar de sinalizar que no nosso homem em questão um sorriso esperançoso andava bastante desaparecido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Mas, apesar de não saber ao certo de que se tratava, não conseguia recolher-se a sua habitual discrição. Seu olhar o atraía fatalmente àquele ponto, meio guiado por algo que vinha de dentro, mas que ele não sentia desde o dia em que decidira nunca mais dar vazão à voz que lhe ecoava dentro de seu peito. Mas não trataremos dos motivos que o levaram a tal reclusão, e de certa forma não queremos tocar em feridas tão expurgantes. O que nos é suficiente para o presente é a certeza de que sua promessa fora quebrada; felizmente, dizem alguns, já outros não preferiam tocar no assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Não podia ceder àquela energia que o atraía. Todavia, de maneira amplamente contrária a regularidade de suas ações cedeu ao lampejo de seu instinto. Foi-se nosso homem. Arrastado por aquela força que ainda tentava inutilmente vencer. Quando deu por si já se viu imerso naquela sensação pungente que tanto lhe atordoava. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Há tempos não sentira aquilo. Sua vil racionalidade, impotente e amorfa cedia lugar a uma erupção de fulgor. Olhou inutilmente o relógio, que não consegui decifrar. Tudo o que lhe era tão próprio naquele local – dado as inúmeras e incontáveis vezes que ali estivera da mesma forma -, lhe pareceu estranho. Sentiu novamente aquela voz, que insistia abruptamente em alajor-se nele e fazer de si seu senhor. Não resistiu, cedeu. Apesar do medo que quase o congelava partiu àquele desconhecido prestes a desabrochar. Respirou fundo e sepultou o cigarro ainda pela metade que lhe pendia entre os dedos junto a caixa de areia a sua direita que lhe servia de cinzeiro, embora fosse proibido fumar naquele público recinto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Hesitou ainda, mas por pouco tempo que somente para efeito deste conto vale a pena descrever. Após o último lapso de consciência; última fagulha das sinapses que lhe foram possíveis... Partiu. Nosso leitor pode achar demasiado desproporcional o termo partir, habitualmente utilizado por escritores mais competentes, para grandes distâncias territoriais. Mas pedimos que ainda não julgues por isto, pois logo agora justificar-nos-emos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Aqueles trinta e poucos passos pareceram-lhe o caminho que traçava todos os dias, ainda em sua tenra infância, quando marchava algumas léguas para voltar da escola. Aquele curto espaço físico e temporal desaterrou-lhe a vívida memória daquilo que sentira em tempos tão imemoriais. Uma distância muito longa e sofrida, mas que era agraciada com a chegada ao conforto e a segurança dos braços de sua matriarca. Esta lembrança esvaecida forneceu-lhe a última gota de ânimo que era possível, e com a qual desdobrou-se para chegar a seu objetivo. Logo que chegou àquele ponto do qual antes não obtivera contato visual compreendeu de forma não tão agradável o que o levara até ali.&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Não havia nada. Somente o vazio daqueles espaços tão frios e, talvez por isto foi acometido de forma tão forte. Ali nada avia ou existia naquele momento. A única coisa que viu ali, naquele calabouço mal iluminado, sujo e sombrio foi o reflexo do que se tornara. As ao nosso caro leitor caberá a paciência de aguardar para saber o que o levara até este calamitoso estado de solidão, à qual era arrastado e que já havia se acostumado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Sentiu-se muito pior que o costumeiro. Sabia ele muito bem como fora intragável desumanizar-se; perder os últimos galhos verdes de uma árvore decrépita que chamamos esperança.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apesar de ter compreendido esta última fraqueza como uma inútil migalha de esperança contemplou-se em sua mágoa que se tornara naquele momento ainda mais profunda, principalmente com relação a ele mesmo, por ter se permitido aquele rompante movido a emoção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Sua vida tornou-se ainda mais insuportável a partir daquele momento, e não é fácil encarar dores novas, mesmo quando já as possui de outra natureza. Percebeu que queria o amor, principalmente aquele de uma utopia que vivera muitos anos atrás. Não se perdoou por isto, mas não podia simplesmente deixar de viver. Queria sim pode não sofrer, mas por não poder optou por sentir o cheiro do lixo, brindar a derrota e ser mais um perdedor em meio a esta legião de insignificantes que não querem um lugar ao sol, mas apenas o afago de um gargalo e algumas bitucas de cigarro para infectar-lhe o pulmão, e distorcer o seu cotidiano tão maldito. Ma era apenas mais um homem de compromissos que não tinha coragem para mudar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Atravessou novamente aqueles trinta e poucos passos que lhe trouxeram um gosto amargo de sangue à boca.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Sentou-se na mesma cadeira – que sempre usara por ser a mais desgastada, o que lhe gerava imensa simpatia -. Acendeu seu cigarro e checou seu bilhete de embarque. Seu ônibus partirá daí a uma hora e meia, que serão, assim como muitas horas mais, um martírio que terá de enfrentar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Fumou seu cigarro ignorando novamente o aviso de proibido. E outro, e outro, até que deu cabo do maço que possuía. Aquilo lhe causou tamanha indignação que exigia atitude: comprou outro maço, porém de marca mais forte e embarcou, perpetuando o círculo do vazio que fazia todos os dias, e que hoje sabemos, nunca mais se alterou. Continuou quase o mesmo, mas de que importa. Nada novo se deu, apenas embarcou, levando consigo para outro lugar os seus tormentos com os quais andará. Não conseguirá jamais esquecer tão pedante fardo: a dor, de ter perdido um grande amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;" align="right"&gt;Ouro Preto, abril de 2008.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;" align="right"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;" align="right"&gt;Aristides Araújo. &lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;* dedico este conto aos meus caros amigos editores deste blog e a Camila Maria por me fazer tão feliz.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4969313692353780103?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4969313692353780103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4969313692353780103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4969313692353780103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4969313692353780103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/04/nada-mais-que-um-homem.html' title='Nada mais que um homem*'/><author><name>Aristides Araújo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05768133558941897200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1596822106335552034</id><published>2008-04-27T11:46:00.001-03:00</published><updated>2008-07-28T19:01:45.999-03:00</updated><title type='text'>Fragmento II - Filósofos dogmáticos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Kant os expulsou do baile,&lt;br /&gt;Schopenhauer levou-os até à porta,&lt;br /&gt;E Nietzsche chutou-lhes a bunda!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1596822106335552034?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1596822106335552034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1596822106335552034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1596822106335552034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1596822106335552034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/04/fragmento-ii-filsofos-dogmticos.html' title='Fragmento II - Filósofos dogmáticos'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-657337469807585206</id><published>2008-04-27T11:40:00.002-03:00</published><updated>2008-07-28T19:03:01.558-03:00</updated><title type='text'>Fragmento I</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SBYSTicSQmI/AAAAAAAAAC4/ugbJQPid930/s1600-h/cda.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5194359347090702946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SBYSTicSQmI/AAAAAAAAAC4/ugbJQPid930/s200/cda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SBYSACcSQlI/AAAAAAAAACw/CW3Ci-wS-_0/s1600-h/cda.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"Todo mundo tem a sua caçhaça", essa é uma verdade válida para todo homem. A idéia de que sempre queremos escapar para uma realidade ideal: um plano no qual as dores do mundo sessam, ou onde elas se intensificam a ponto de sucumbir-se. Sábio Drummond.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-657337469807585206?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/657337469807585206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=657337469807585206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/657337469807585206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/657337469807585206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/04/fragmento-i.html' title='Fragmento I'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SBYSTicSQmI/AAAAAAAAAC4/ugbJQPid930/s72-c/cda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-2220201719540308268</id><published>2008-04-09T17:30:00.000-03:00</published><updated>2008-04-11T12:10:41.665-03:00</updated><title type='text'>Make a change ... Kill yourself</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_0uCkh3X0I/AAAAAAAAAAo/oaa9qBCbQ9k/s1600-h/666.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187352967501012802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 193px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 248px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_0uCkh3X0I/AAAAAAAAAAo/oaa9qBCbQ9k/s400/666.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Para começ&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;ar decidir &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;colocar um trecho de F.Pessoa, para que lhe&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;s sirvam como epigrafe e por também&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt; querer parti&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;lhar algo; vejam como não sou egoísta !&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Crendo eu estar de acordo e por fazer te pensar mais a respeito de sua i&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;nsignificância, leia o primei&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;ro, reflita sobre o segundo e por dessa forma procure se saciar - te &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;e suprir de &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;teu desespero, ou faça o contrário, aliás... Você é livre! Porém insignificante&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_0uMEh3X1I/AAAAAAAAAAw/Kje-t3XLFiY/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187353130709770066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 253px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_0uMEh3X1I/AAAAAAAAAAw/Kje-t3XLFiY/s400/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/b&gt;&lt;?xml:namespace prefix = u1 /&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;b&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;O poeta é um fingidor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Finge tão completamente&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Que chega a fingir que é dor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A dor que deveras sente.&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Fernando Pessoa)&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Eis a questão!&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Expressão de sentimentos lúgubres;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt; também lamurias, angustias e realidade aqui são expressas, tudo isso carregado &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;de verdades, também estas regadas por lúcidos pensamentos perante a sua, a do poeta e a minha inútil existência ... Sem palavras!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;E qu&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;em&gt;e saudem a vida os seus afirmadores !&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;S&lt;/b&gt;&lt;b&gt;e te&lt;/b&gt;&lt;b&gt; queres&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Se te queres matar, porque não te queres matar?&lt;br /&gt;Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,&lt;br /&gt;Se ousasse matar-me, também me mataria...&lt;br /&gt;Ah, se ousares, ousa!&lt;br /&gt;De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas&lt;br /&gt;A que chamamos o mundo?&lt;br /&gt;A cinematografia das horas representadas&lt;br /&gt;Por actores de convenções e poses determinadas,&lt;br /&gt;O circo polícromo do nosso dinamismo sem fim?&lt;br /&gt;De que te&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_2E4kh3X2I/AAAAAAAAAA4/vPS08KO6Yio/s1600-h/suicide.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187448453213937506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 138px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_2E4kh3X2I/AAAAAAAAAA4/vPS08KO6Yio/s400/suicide.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; serve o teu mundo interior que desconheces?&lt;br /&gt;Talvez, matando-te, o conheças finalmente...&lt;br /&gt;Talvez, acabando, comeces...&lt;br /&gt;E de qualquer forma, se te cansa seres,&lt;br /&gt;Ah, cansa-te nobremente,&lt;br /&gt;E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,&lt;br /&gt;Não saúdes como eu a morte em literatura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente!&lt;br /&gt;Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém...&lt;br /&gt;Sem ti correrá tudo sem ti.&lt;br /&gt;Talvez seja pior para outros existires que matares-te...&lt;br /&gt;Talvez peses mais durando, que deixando de durar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado&lt;br /&gt;De que te chorem?&lt;br /&gt;Descansa: pouco te chorarão...&lt;br /&gt;O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco,&lt;br /&gt;Quando não são de coisas nossas,&lt;br /&gt;Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte,&lt;br /&gt;Porque é a coisa depois da qual nada acontece aos outros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda&lt;br /&gt;Do mistério e da falta da tua vida falada...&lt;br /&gt;Depois o horror do caixão visível e material,&lt;br /&gt;E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali.&lt;br /&gt;Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas,&lt;br /&gt;Lamentando a pena de teres morrido,&lt;br /&gt;E tu mera causa ocasional daquela carpidação,&lt;br /&gt;Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas...&lt;br /&gt;Muito mais morto aqui que calculas,&lt;br /&gt;Mesmo que estejas muito mais vivo além...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova,&lt;br /&gt;E depois o princípio da morte da tua memória.&lt;br /&gt;Há primeiro em todos um alívio&lt;br /&gt;Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido...&lt;br /&gt;Depois a conversa aligeira-se quotidianamente,&lt;br /&gt;E a vida de todos os dias retoma o seu dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, lentamente esqueceste.&lt;br /&gt;Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:&lt;br /&gt;Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste;&lt;br /&gt;Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.&lt;br /&gt;Duas vezes no ano pensam em ti.&lt;br /&gt;Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,&lt;br /&gt;E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encara-te a frio, e encara a frio o que somos...&lt;br /&gt;Se queres matar-te, mata-te...&lt;br /&gt;Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência!...&lt;br /&gt;Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera&lt;br /&gt;As seivas, e a circulação do sangue, e o amor?&lt;br /&gt;Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida?&lt;br /&gt;Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem.&lt;br /&gt;Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;És importante para ti, porque é a ti que te sentes.&lt;br /&gt;És tudo para ti, porque para ti és o universo,&lt;br /&gt;E o próprio universo e os outros&lt;br /&gt;Satélites da tua subjectividade objectiva.&lt;br /&gt;És importante para ti porque só tu és importante para ti.&lt;br /&gt;E se és assim, ó mito, não serão os outros assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido?&lt;br /&gt;Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces,&lt;br /&gt;Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida?&lt;br /&gt;Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente:&lt;br /&gt;Torna-te parte carnal da terra e das coisas!&lt;br /&gt;Dispersa-te, sistema físico-químico&lt;br /&gt;De células nocturnamente conscientes&lt;br /&gt;Pela nocturna consciência da inconsciência dos corpos,&lt;br /&gt;Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências,&lt;br /&gt;Pela relva e a erva da proliferação dos seres,&lt;br /&gt;Pela névoa atómica das coisas,&lt;br /&gt;Pelas paredes turbilhonantes&lt;br /&gt;Do vácuo dinâmico do mundo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro de Campos (um dos heterónimos de Fernando Pessoa)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-2220201719540308268?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/2220201719540308268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=2220201719540308268' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2220201719540308268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/2220201719540308268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/04/make-chance-kill-yourself.html' title='Make a change ... Kill yourself'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_0uCkh3X0I/AAAAAAAAAAo/oaa9qBCbQ9k/s72-c/666.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-8374087319447884763</id><published>2008-03-27T16:49:00.000-03:00</published><updated>2008-04-11T12:26:05.094-03:00</updated><title type='text'>Até que a Morte.</title><content type='html'>&lt;div&gt;OPA!!!&lt;br /&gt;Devido ao meu ócio improdutivo faço das palavras do Cronista e camarada Ruben Alves as minhas..., com o unico e exclusivo proposito de que o Diabo diz exatamente o que ninguém quer ouvir e quando se ouvi ... inhaaa !!!&lt;br /&gt;Novamente boa leitura, boa viagem e rachação... e que o diabo esteja convosco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando o diabo me aparece e temos longas conversas.&lt;a title="Devil" href="http://joelteixeira.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/devil.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em nada se parece com o que dizem dele: rabo, chifres, patas de bode e cheiro de enxofre. Cavalheiro de voz mansa e racional, bem vestido, apreciador de desodorantes finos, me surpreende sempre pela lógica dos seus argumentos. Nada de futilidades. Só fala sobre o essencial, estilo que aprendeu com Deus, nos anos em que foi seu discípulo. Percebi que era ele quando notei que trazia na sua mão direita o martelo e, na esquerda, a bigorna. Pois esta é a sua missão: martelar as certezas, ferro contra ferro, para ver se sobrevivem ao teste.&lt;br /&gt;Já se preparava para dar a primeira martelada quando o interrompi:&lt;br /&gt;- Que é isto que você vai bater? Acho que vai se partir em mil pedaços…&lt;br /&gt;A coisa que estava sobre a bigorna me parecia feita de louça, um bibelô deli&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_-C5Eh3X3I/AAAAAAAAABI/zJvV6mGiLLE/s1600-h/060423_diabo.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188009212734037874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_-C5Eh3X3I/AAAAAAAAABI/zJvV6mGiLLE/s400/060423_diabo.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;cado e frágil, e lamentei que o diabo fosse esmigalhá-la.&lt;br /&gt;- Não tenho outra alternativa - ele me respondeu. - É parte de uma aposta que fiz com Deus. Este bibelô delicado é o casamento. E você pode estar certo: não resistirá ao ferro do meu martelo!&lt;br /&gt;Fiquei indignado que ele estivesse maquinando coisa tão perversa e passei ao ataque.&lt;br /&gt;- Não é à toa que os religiosos dizem que você é o anti-Deus. Deus junta. Você separa! A sua bigorna já destruiu muitos lares!&lt;br /&gt;Ele não tinha pressa. Descansou o seu martelo e me falou com voz imperturbada:&lt;br /&gt;- Já estou acostumado às calúnias. Mas não existe coisa alguma mais distante da verdade. Se há uma coisa que eu desejo é um casamento duradouro, até que a morte os separe. Se ponho o casamento na bigorna é justamente para provar que a receita do Criador não funciona. A minha é muito mais eficaz.&lt;br /&gt;Como o meu silêncio indicasse minha disposição em ouvi-lo, ele continuou a falar:&lt;br /&gt;- Todo mundo sabe que, no início, eu era a mão direita de Deus. Estávamos de acordo em tudo. Ele mandava, eu fazia. Foi por causa do casamento que nos separamos. Até então trabalhávamos juntos. Quando Deus disse que não era bom que o homem estivesse só, e melhor seria que ele tivesse uma mulher, eu concordei. Quando Deus disse que esta união teria de ser sem fim, até a morte, eu aplaudi. Mas aí apareceu o pomo da discórdia. Para colar o homem na mulher, Deus foi buscar uma bisnaguinha de amor. Protestei. Argumentei:&lt;br /&gt;- Senhor! Amor é coisa muito fraca, de duração efêmera! Quem é colado com o amor logo se separa!&lt;br /&gt;Citei o poeta: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure!” Amor é chama tênue, fogo de palha. Não pode ser imortal. No começo, aquele entusiasmo. Mas logo se apaga. Chama de vela, fraquinha, que se vai com qualquer ventinho… Amor é bibelô de louça. Todos os amantes sabem disso, mesmo os mais apaixonados. E não é por isso que sentem ciúmes? Ciúme é a consciência dolorosa de que o objeto amado não é posse: ele pode voar a qualquer momento. Por isto o amor é doloroso, está cheio de incertezas. Discreto tocar de dedos, suave encontro de olhares: coisa deliciosa, sem dúvida. E é por isso mesmo, por ser tão discreto, por ser tão suave, que o amor se recusa a segurar. Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar. Como construir uma relação duradoura com cola tão fraquinha? Por isto os casais se separam, por causa do amor, pela ilusão de um outro amor. Qualquer tolo sabe que o pássaro só fica se estiver na gaiola. O amor é cola fraca para produzir um casamento duradouro porque no amor vive o maior inimigo da estabilidade: a liberdade. É preciso que o pássaro aprenda que é inútil bater asas. Um casamento duradouro é aquele em que o homem e a mulher perderam as ilusões do amor.&lt;br /&gt;- Foi aí que nos separamos - ele continuou.&lt;br /&gt;- Não porque discordássemos que casamento deveria ser eterno. É isto que eu quero. Nos separamos porque não estávamos de acordo sobre o que é que junta um homem e uma mulher, eternamente. Deus é um romântico. Eu sou um realista.&lt;br /&gt;- Qual foi então a sua proposta? Que cola deveria ser usada?- perguntei, perplexo.&lt;br /&gt;- O ódio. - respondeu ele. - Enganam-se aqueles que dizem que o ódio separa. A verdade é que o ódio junta as pessoas. Como disse um jagunço do Guimarães Rosa, quem odeia o outro, leva o outro para a cama. Diferente do fogo da vela, o fogo do ódio é como um vulcão. Não se apaga nunca. Por fora pode parecer adormecido. No fundo, as chamas crepitam. A diferença entre os dois? O amor, por causa da liberdade, abre a mão e deixa o outro ir. No amor existe a permanente possibilidade de separação. Mas o ódio segura. Não tenha dúvidas. Os casamentos mais sólidos são baseados no ódio. E sabe por que o ódio não deixa ir? Porque ele não suporta a fantasia do outro, voando livre, feliz. O ódio constrói gaiolas, e ali dentro ficam os dois, moendo-se mutuamente numa máquina de moer carne que gira sem parar, cada um se nutrindo da infelicidade que pode causar no outro. As pessoas ficam juntas para se torturarem. Não menospreze o poder do sadismo. Ah! A suprema felicidade de fazer o outro infeliz!&lt;br /&gt;Com estas palavras ele tomou do seu martelo e voltou ao seu trabalho:&lt;br /&gt;- Tenho de provar que eu, e não Deus, sou quem sabe a receita do casamento que só a morte pode separar.&lt;br /&gt;Eu me persignei três vezes e compreendi que o inferno está mais perto do que eu pensava.&lt;br /&gt;(Retorno e Terno)Rubem Alves&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-8374087319447884763?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/8374087319447884763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=8374087319447884763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8374087319447884763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/8374087319447884763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/03/at-que-morte.html' title='Até que a Morte.'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1ChM_saNPQ8/R_-C5Eh3X3I/AAAAAAAAABI/zJvV6mGiLLE/s72-c/060423_diabo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-4177041941834794595</id><published>2008-03-15T21:14:00.004-03:00</published><updated>2009-06-28T14:54:01.169-03:00</updated><title type='text'>Casos provincianos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Esse é um pequeno episódio da vida de um cara que não sabia o que fazer e que resolveu, definitivamente, tentar descobrir. Estava sentado num banco do bar do meio, tomava uma cerveja em pequenos goles e olhava fixamente para a porta da rua. Uma angústia profunda se apoderou dele quando viu um carro passar a toda velocidade, e concluiu que a sua vida, como aquele carro, havia passado num estalar de dedos e era preciso fazer algo... Mas o que fazer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ele nunca fora nada de concreto; sempre fora um artista em potencial, que até então só havia se preocupado com o dinheiro para pagar sua cerveja. Parecia procurar o sentido da vida no fundo do copo, mas como nunca encontrava, enchia-o novamente para tornar a esvaziar, numa ciranda sem fim. Dizia que era a reencarnação de Homero, entretanto, deixou a carreira literária de lado depois de um grande equívoco que ele se viu vítima, o que em outra oportunidade contarei.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mirou-se no espelho perto de onde estava. Bem que eu poderia ser mais bonitinho, pensou, mas mudou de idéia, porque ser feio nem é um mal dos piores. Tomou de um trago toda a cerveja do copo e pagou a conta: cinco cervejas, um maço de cigarros, uma pinga e três balinhas para o caso de aparecer alguma garota a fim do seu amor. Não há uma só pessoa interessante para conversar, vou terminar na rua Z... Pensava consigo enquanto saia do bar sem se despedir do dono que só queria seu dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;“Porra”, disse,l&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;embrando-se que pagara a conta no bar com o dinheiro que sua mãe lhe confiou para que ele pagasse a conta de luz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-4177041941834794595?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/4177041941834794595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=4177041941834794595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4177041941834794595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/4177041941834794595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/03/um-pequeno-relato-da-vida-de-um-grande.html' title='Casos provincianos'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5086298266020951331</id><published>2008-03-14T14:27:00.000-03:00</published><updated>2008-03-14T15:10:50.406-03:00</updated><title type='text'>WARNING: PARENTAL ADVISORY _A comedy of censors .</title><content type='html'>Na metade dos anos Oitenta, surgiu uma guerra contra o Rock e Heavy Metal, o pivô disso tudo foi uma organização chamada PMRC. Formada por esposas de influentes políticos de Washington, esse grupo causou uma verdadeira polêmica no mundo da música. Seriedade e responsabilidade ou apenas uma idéia sem fundamentos criada por mulheres sem muito conteúdo que se aproveitaram do poder de seus maridos? Confira você mesmo na matéria que se segue.&lt;br /&gt;O começo de tudo ...&lt;br /&gt;Em uma manhã de Dezembro de 1984, Tipper Gore, esposa do, então senador Al Gore ouvia junto com sua filha a trilha sonora do filme “Purple Rain”. Uma das músicas contida nesta compilação era “Darling Nikki”, do músico Prince e ao ouvir a canção, Gore ficou chocada com as referências a masturbação que esta continha. Ela então começou a assistir diversos vídeos de rock com sua filha, incluindo “Hot for Teacher” do Van Halen, “Rock You Like a Hurricane” do Scorpions e “Looks that Kill” do Motley Crüe. A quantidade de sexo e violência contida nesses vídeos a chocou: “As imagens assustaram meus filhos, elas me assustaram! A violência e o sexo foram demais para que nós lidássemos”. Ela falou com várias de suas amigas para alertá-las sobre o fato, destacando-se Susan Baker, Pan Howar e Sally Nevius, esposas, respectivamente, do Secretário do Tesouro, James Baker, do Corretor Imobiliário de Washington, Raymond Howar e do presidente do Conselho Civil de Washington, John Nevius. Juntas elas formaram a PMRC (Parents Music Resource Center), cujo objetivo era alertar o público sobre “a crescente tendência na música a respeito das letras que são sexualmente explícitas, excessivamente violentas, ou glorificam o uso de drogas e álcool”.&lt;br /&gt;A PMRC atribuía ao Rock o aumento das taxas de estupro e suicídio. Argumentavam que há uma estreita ligação entre o conteúdo das músicas e o suicídio de jovens. Para provar isso, usaram as músicas “Suicide Solution”, de Ozzy Osbourne, “Don’t fear the reaper”, do Blue Oster Cult e “Shoot to Thrill”, do AC/DC.&lt;br /&gt;“Suicide Solution” foi composta em homenagem a Bon Scott, que morreu devido ao excesso de bebida, “solução”, na música, se refere à solução líquida, no caso, a bebida alcoólica. “Don’t Fear the Reaper” aparentemente apenas fala sobre não temer a morte. “Shoot to Thrill” demonstra ser uma música sobre mulheres e sexo; atirar é usado apenas como metáfora. Essas interpretações errôneas demonstram a ”seriedade” da PMRC.&lt;br /&gt;Também era dito que a influência do rock nos jovens se dava pela decadência da família nuclear (família tradicional, composta por pai, mãe e filhos), que abalava a imunidade das crianças e adolescentes às influências externas.&lt;br /&gt;O ataque&lt;br /&gt;A primeira ação da PMRC foi mandar uma carta oficial à RIAA (Recording Industry Association of America), assinada por 20 esposas de influentes políticos e homens de negócio de Washington. A carta sugeria que a indústria musical adotasse medidas voluntárias para desenvolver diretrizes e/ou um sistema de avaliação similar àqueles do sistema de classificação de filmes da MPAA. Obviamente ouve resistência da RIAA, e, com o intento de pressioná-los, era necessário que a PMRC buscasse destaque na mídia. Para isso o grupo publicou na Washington Post uma lista com seis exigências de Tipper Gore e Susan Baker.&lt;br /&gt;1 – Imprimir Letras nas capas dos álbuns.&lt;br /&gt;2 – Manter capas explícitas embaixo das prateleiras.&lt;br /&gt;3 – Estabelecer um sistema de classificação similar àquele dos filmes.&lt;br /&gt;4 – Estabelecer um sistema de classificação para vídeos.&lt;br /&gt;5 – Reavaliar o contrato de músicos que empregam violência e conteúdo sexual explícito nos palcos.&lt;br /&gt;6 – Estabelecer uma vigilância da mídia por cidadãos e gravadoras, que pressionaria meios radiodifusores a não levar ao ar “talentos-questionáveis”.&lt;br /&gt;Esses fatos levaram à remoção de músicas e revistas de Rock de lojas americanas, incluindo o Wal-mart, J.C. Penney, Sears e Fred Meyer.&lt;br /&gt;Além disso, a PMRC lançou uma lista, intitulada de “As Quinze Imundas”, que continha quinze música que foram consideradas as mais repreensíveis; dentre as citadas na época estão bandas consagradas dos anos 80 como: Judas Priest com ¨Eat me alive¨(Sexo); Def Leppard com¨High in dry( saturday night)¨(Uso de drogas e ácool); AC/ DC com ¨Let me put my love in to you¨(Sexo); W.A.S.P com ¨Animal fuck like a beast¨( Sexo/ linguagem); Venom com ¨Possessed¨(Ocultismo); Black Sabbath com ¨Trashed¨(Uso de drogas e alcool); Merciful Fate com ¨In to the coven¨ (Ocultismo) dentre várias outras como até mesmo a gostosa da Madonna com drees you up...( sexo ...)&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/PMRC"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/PMRC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As audiências&lt;br /&gt;Em agosto de 1985, 19 gravadoras aceitaram colocar a etiqueta “Parental Advisory: Explicity Lyrics” (Aviso aos pais, letras explícitas) nos álbuns para alertar sobre o conteúdo das letras. Porém antes que os rótulos pudessem ser colocados, o senado concordou em realizar uma audiência do então chamado “porn-rock”. Isto começou no dia 19 de setembro, quando representante da PMRC, três músicos, e os senadores Paula Hawkins e Al Gore testemunharam ante o Comitê do Senado sobre Comércio, Ciência e Transporte sobre “o assunto relacionado ao conteúdo de certas gravações sonoras e sugestões que embalagens de gravações sejam rotuladas para fornecer um aviso a potenciais consumidores de sexualidade explícita ou outro conteúdo potencialmente ofensivo”.&lt;br /&gt;Testemunhas a favor&lt;br /&gt;Durante os depoimentos que defendiam a PMRC, foram apresentados por Paula Hawins as capas de “Pyromania”, do Def Leppard, “W.O.W.”, de Wendy O. Willians e “Animal (Fuck Like a Beast)” do W.A.S.P. e os vídeos para as músicas “Hot For Teacher”, do Van Halen e de “We’re Not Gonna Take It” do Twisted Sister. Foram também feitos comentários por Susan Baker, Millie Waterman, Vice Presidente da PTA (National Parent-Teacher Association) para Atividade Legislativa e do Dr. Joe Stuessy, professor da Universidade do Texas em Santo Antonio.&lt;br /&gt;Os depoimentos apresentavam como base os argumentos de que o rock havia mudado muito desde seu início, e que apresentava uma glorificação de aspectos negativos do cotidiano, como uso de drogas, sexismo, ocultismo e violência. Foi dito que o poder de influência do estilo se alicerçava na adoração de músicos de heavy metal, que se apresentava como uma religião.&lt;br /&gt;Testemunhas contra&lt;br /&gt;Os músicos Frank Zappa, John Denver e Dee Snider, vocalista do Twisted Sister, depuseram contra a PMRC. A bancada da PMRC esperava que Denver, músico de Folk Rock, ficasse do lado deles, mas ele testemunhou contra a censura, dizendo ser “fortemente contra a censura de qualquer tipo em nossa sociedade ou em qualquer lugar do mundo”, isso lhe deu destaque na audição.&lt;br /&gt;Frank Zappa e Dee Snider( Twister Sister) defenderam suas músicas e criticaram fortemente a PMRC.&lt;br /&gt;Frank Zappa diz em depoimento.&lt;br /&gt;“A proposta da PMRC é uma peça de estupidez concebida de forma doente que falha em fornecer reais benefícios às crianças, infringe as liberdades civis das pessoas que não são crianças, e promete manter a corte ocupada por anos, lidando com os problemas de interpretação e de execução ao molde da proposta.”&lt;br /&gt;“O estabelecimento de um sistema de classificação, voluntário ou de outra forma, abre a porta para uma exibição sem fim de controles de qualidade morais baseadas em ‘Coisas que certos Cristãos não gostam’. O que acontece se a próxima leva de esposas de Washington exige um grande ‘J’ amarelo em todo material escrito e interpretado por judeus, a fim de salvar crianças indefesas da exposição à ‘oculta doutrina Sionista’?”&lt;br /&gt;“A PMRC forjou uma besta mítica, e forma uma tramóia por exigir ‘normas de procedimento do consumidor’ para impedi-lo de convidar suas crianças para dentro de suas paredes de açúcar (N.T.: Música de Sheena Easton, que ficou na lista das “Quinze Imundas”; paredes de açúcar seria uma referência às bordas da vagina). O próximo passo é a adoção de uma ‘idade legal, de acordo com a PMRC, para compreensão da excitação vaginal?’ Muitas pessoas nessa sala iriam orgulhosamente apoiar tal legislação, mas, antes de eles começarem a traçar suas idéias, eu os incito a considerar estes fatos:”&lt;br /&gt;(1) Não há evidência científica conclusiva para apoiar a idéia que a exposição a qualquer tipo de música ira causar o ouvinte a cometer um crime ou condenar sua alma ao inferno.&lt;br /&gt;(2) Masturbação não é ilegal. Se não é ilegal fazê-lo, porque seria ilegal cantar sobre isso?&lt;br /&gt;(3) Nenhuma evidência médica de palmas cabeludas, verrugas ou cegueira têm sido ligada à masturbação ou excitação vaginal, nem tem sido provado que ouvir referências a qualquer um dos assuntos transforma o ouvinte em uma deficiência social.&lt;br /&gt;(4) A execução de uma legislação antimasturbação poderia se provar custosa e consumidora de tempo.&lt;br /&gt;(5) Não há espaço o suficiente em prisões para prender todas as crianças que o fazem.&lt;br /&gt;“A proposta da PMRC é mais ofensiva em seu ‘tom moral’. Ela parece forçar um conjunto de valores religiosos implícitos em suas vítimas. O Irã tem um governo religioso. Bom para eles. Eu gosto de ter a capital dos Estados Unidos em Washington, D.C., apesar dos recentes esforços para movê-la para Lynchburg, VA.”&lt;br /&gt;Dee Snider (Twisted Sister) em depoimento...&lt;br /&gt;A respeito da acusação da música “Under the Blade” fazer referência ao sadomasoquismo, servidão e estupro.&lt;br /&gt;“A Sra. Gore disse que uma de minhas músicas, ‘Under the Blade’, encoraja ao sadomasoquismo, servidão e estupro. As letras que ela citou não têm absolutamente nada relacionado com estes assuntos. Ao contrário, as letras em questão são sobre cirurgia e o medo que ela causa nas pessoas. Como o criador de ‘Under the Blade’, eu posso dizer categoricamente que... o único sadomasoquismo, servidão e estupro nesta música estão na cabeça da Sra. Gore.”&lt;br /&gt;A respeito da música “We’re Not Gonna Take it” ser classificado como incitante de violência e ser incluída na lista das “Quinze Imundas”&lt;br /&gt;“Você notará nas letras na sua frente que não há absolutamente violência de qualquer tipo cantada sobre ou implícita em qualquer lugar na canção. Agora, me ocorre que a PMRC pode haver confundido nosso vídeo para a música com o significado das letras.”&lt;br /&gt;“Não é segredo que os vídeos freqüentemente descrevem histórias completamente não relacionadas com as letras da música que eles acompanham. O vídeo para ‘We’re not gonna take it’ foi simplesmente feito para ser um desenho com atores humanos representando variações dos desenhos de ‘Papa-léguas e Coiote’, cada acrobacia foi selecionado de minha extensa coleção de desenhos.”&lt;br /&gt;A respeito da acusação de garotos usarem camisetas do Twisted Sister com desenhos de mulheres algemadas e em posições de sadomasoquismo.&lt;br /&gt;“Isso é uma mentira completa. Nós não apenas nunca vendemos uma camiseta desse tipo; nós temos sempre levados grandes dores para nos mantermos limpos de sexismo em nosso merchandising, álbuns, palcos, show e vida pessoal. Além disso, nós temos sempre promovido a crença de que o rock ‘n’ roll não deveria ser sexista, mas deveria satisfazer a homens e mulher igualmente.”&lt;br /&gt;“Eu sinto que uma acusação desse tipo é irresponsável, danosa à nossa reputação, e caluniosa. Eu desafio a Sra. Gore a produzir tal camiseta para dar razão à sua crítica. Eu estou cansado de encontrar garotos na rua que me dizem que não podem tocar nossos álbuns mais por causa das informações enganosas têm sido fornecidas a seus pais pela PMRC na TV e nos jornais.”&lt;br /&gt;“A beleza da literatura, poesia, e música é que eles deixam espaço para sua audiência colocar sua própria imaginação, experiências, e sonhos em palavras. Os exemplos que eu citei antes mostraram clara evidência da música do Twisted Sister sendo mal-interpretada e injustamente julgada por adultos supostamente bem informados.”&lt;br /&gt;O “Tipper Sticker”&lt;br /&gt;No dia 1º de Novembro, de 1985, antes de a audiência acabar a RIAA aceitou colocar o adesivo “Parental Advisory: Explicit Lyrics” nos álbuns. Os rótulos eram genéricos, diferentemente da idéia original de se colocar um rótulo para cada tipo de letra explícita.&lt;br /&gt;Um fato curioso foi o de que o álbum “Jazz from Hell”, de Frank Zappa, mesmo sendo um álbum completamente instrumental, recebeu o adesivo.&lt;br /&gt;Houve várias reações a essa etiqueta, que ficou conhecida como “Tipper Sticker”, que traduzido ficaria aproximadamente como “Adesivo Tipper”, em referência a Tipper Gore, algumas lojas evitavam vender álbuns e outras limitavam a venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termina por aqui a primeira parte da história da PMRC. Na segunda parte falarei sobre as reações diversas causadas no meio musical por causa do “Tipper Sticker” e dos inúmeros protestos feitos por artistas a respeito desse rótulo. Abraços e até lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:http://www.geocities.com/fireace_00/pmrc.htmlhttp://en.wikipedia.org/wiki/PMRChttp://www.vh1.com/shows/series/movies_that_rock/warning/history.jhtmlhttp://only-rock2.tripod.com/pmrc/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5086298266020951331?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5086298266020951331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5086298266020951331' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5086298266020951331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5086298266020951331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/03/na-metade-dos-anos-oitenta-surgiu-uma.html' title='WARNING: PARENTAL ADVISORY _A comedy of censors .'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1599279765370614604</id><published>2008-03-11T15:17:00.000-03:00</published><updated>2008-03-11T17:57:51.593-03:00</updated><title type='text'>SATÂ ESCREVE TORTO POR LINHAS RETAS _ in¨ As andanças de um ¨cara durão¨ sobre a terra.</title><content type='html'>AS ANDANÇAS DE CHUCK NORRIS SOBRE A TERRA !&lt;br /&gt;Essa merece destaque, o nosso brother de batalhas Chuck Norris em suas andanças pela terra, como sempre sustentando sua pose de cara durão, seus valores cristãos e politicos e como sempre angariando fâns... MASSA DEMAIS VIADOOOO!( Assim como diz um amigo imaginário. )&lt;br /&gt;Boa leitura , espero que comentem!&lt;br /&gt;O ator Chuck Norris, famoso por suas habilidades como lutador de artes marciais e por sua imagem de "cara durão", transformou-se em uma figura cultuada pelos militares dos Estados Unidos presentes no Iraque e em um herói improvável para alguns dos membros das forças de segurança iraquianas.&lt;br /&gt;Um pequeno santuário de papelão foi construído para Norris em uma base militar norte-americana de Bagdá, e frases elogiando a masculinidade do ator aparecem na parede de banheiros do Iraque e mesmo do vizinho Kuweit, disseram os soldados.&lt;br /&gt;"O caminho mais rápido para o coração de um homem está nos punhos de Chuck Norris", diz uma mensagem do santuário, montado com uma foto autografada do ator. Outras frases do tipo cercam a imagem.&lt;br /&gt;Conhecidas como as "verdades" sobre Chuck Norris, as afirmativas tornaram-se um fenômeno de Internet e várias delas aparecem no site www.chucknorrisfacts.com, entre as quais: "O Super-Homem usa o pijama de Chuck Norris" e "Não há armas de destruição em massa no Iraque, Chuck Norris mora em Oklahoma".&lt;br /&gt;O ator visitou o Iraque várias vezes e ganhou o título de fuzileiro honorário no ano passado.&lt;br /&gt;Cerca de 20 militares e integrantes das equipes de apoio com os quais a Reuters conversou foram capazes de citar ao menos uma "verdade" sobre Norris, apesar de vários deles nunca terem visitado o site.&lt;br /&gt;Os soldados norte-americanos presentes no Iraque afirmam que o apoio do ator a eles e sua imagem de invencibilidade o transformaram em um ídolo entre os militares. E insistem que as afirmativas exageradas e satíricas não pretendem ridicularizá-lo.&lt;br /&gt;"As piadas apenas contribuem para aumentar a lenda existente em torno dele. Elas não são ofensivas. Ele é um ícone", afirmou o sargento Joe Lindsay, em uma base de Falluja, na Província de Anbar (oeste do Iraque), que Norris visitou.&lt;br /&gt;Barbudo e musculoso, o ator tornou-se famoso ao lutar com Bruce Lee, a lenda do kung fu, no filme "O Vôo do Dragão" (1972). Mais tarde, filmes mostrariam Norris destruindo pencas de homens com um único chute.&lt;br /&gt;"Norris visitou o Iraque quando o nível de violência estava em seu pior patamar e outras celebridades retraíam-se. Ele é um dos nossos", afirmou Mark Braden, integrante do órgão de relações públicas das Forçar Armadas dos EUA.&lt;br /&gt;"Os fuzileiros adoram Chuck Norris. Ele é como uma lenda", disse a sargento Amy Forsythe, em Falluja.&lt;br /&gt;Os soldados citaram vários motivos para a popularidade dele. Alguns disseram gostar dos filmes do ator e de sua habilidade nas artes marciais -- Norris é um guru das artes marciais e vários de seus filmes possuem enredos envolvendo militares.&lt;br /&gt;Alguns elogiaram os valores cristãos e políticos de Norris. O ator deu apoio, recentemente, ao pré-candidato do Partido Republicano à Presidência dos EUA Mike Huckabee, apesar de, seguindo o espírito das "verdades" sobre Norris, haver boatos de que foi o político quem deu apoio ao ator.&lt;br /&gt;"Ele tem nos ajudado muito. O apelo dele consiste também em suas habilidades como lutador e em sua mera presença física. Acho que não conseguiria ficar um dia sem ouvir uma piada sobre Norris", afirmou o cabo Ricardo Jones, em Falluja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em Seg, 10 Mar, 12h38 ( Falso calendário)Por Mohammed Abbas&lt;br /&gt;(Ps: pseudoadaptado ou adptado por Valmir Guimarães )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1599279765370614604?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1599279765370614604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1599279765370614604' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1599279765370614604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1599279765370614604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/03/sat-escreve-torto-por-linhas-retas-in.html' title='SATÂ ESCREVE TORTO POR LINHAS RETAS _ in¨ As andanças de um ¨cara durão¨ sobre a terra.'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-1268720912690520042</id><published>2008-03-11T15:16:00.000-03:00</published><updated>2008-03-14T13:03:29.669-03:00</updated><title type='text'>PEQUENA HISTÓRIA DE UM ¨BAIRRISTA¨ DO MUNDO.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiramente, um olá para todos! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Decidi colocar uma pequena história da idéia central que estar por ¨detráz¨ desse blog, respondendo e perguntando algumas coisas que ainda me indagam e me deixam com a pulga atráz da orelha; geralmente o assunto se desviará da idéia inicial, mas como aqui não é vestibular e por também ter voz ativa no blog; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; _ hummm..., será que tenho realmente? Sinto-me a vontade para escrever da forma que quiser e o que eu quiser; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Perae! _ mas tudo com um propósito critico??? _ É claro, e somente para os ¨iniciados¨ ( a porcaria nenhuma), peço ainda que critiquem nossos erros de concordância, nosso chulo vocábulo e a minha falta de vontade... rs... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;-Bom, na verdade a idéia de publicar alguma coisa surgiu onde tudo que é bom ( sexo, idéias supostamente contestáveis, risadas, falsidade, brigas, encontros e desencontros enfim A VIDA com seus hipócritas sentimentos de ¨amoresedesamores¨) surge, ¨NUMBAR¨, ¨BUTECO¨ para os que não tem a vergonha de serem felizes e que celebram a vida, ISSO por que ela ¨é bonita e é bonita e é bonita¨, concordam? NÃO É VERDADE? Tudo isso regado à cerveja barata, gordura com tira gosto, mulheres, AMIGAS, PUTAS, geralmente escassas (em nossas mesas, como de praxe.), e onde a depressão e a amargura é chamada de ¨felicidade¨, felicidade esta por possuir um emprego formal, por sermos escravos de um sistema que você não criou, mas que esta inserido, quer queira, quer não, ou pelo simples e cômodo sentimento de conformismo(Preguiça de pensar, agir, mudar, revolucionar porra !) E não me venha com o argumento de que você não faz parte do sistema, pois sinto lhe lhe informar que você faz PARTE sim! Mas o que é o sistema? Quem tem a verdade consigo? E se ele não existisse... Seria melhor? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Huummmm... O texto esta tomando outros rumos, perceberam?- Acho que estou nervoso, e sobre a nobreza de tal sentimento deixemos para falar depois. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;¨O Provinciano e o Cosmopolita¨ a principio seria impresso, mas devido ao escasso tempo de cada um e também... da necessidade de ser alguém na vida da minha parte; SÓ DA MINHA ?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;...mas assim como já disseram alguns de meus amigos mortos que, ¨as coisas na vida nasceram para dar errado e quando as mesmas dão certo é porque deram errado¨ , isso tornou se impossível, pretensioso por demais, ¨a gente¨numtem¨ grana também CARAI! E a idéia morreu assim como morre o animal que da origem a saborosa carne de vitela _ &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baby-beef"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Baby-beef&lt;/a&gt;, sem exercitar (o pensamento alheio)..., e também sem estar sujeita ao sol que alimenta nossas plantas... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo assim, o nosso amigo Rodrigo (Mussula) resolveu criar o então blog, jogando a primeira pedra nos cristãos, e na medida do possível e de acordo com nossas vivências de pseudo - escritores os textos surgirão; vivências mais NEGATIVAS do que positivas nos levaram para o bar, para o quarto, para escrivaninha, para o Word; mais para o bar é claro, e durante todos os nossos malditos dias do falso, maldito (novamente) e pestilênto calendário cristão; se deus quiser ! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso para mostrar lhes que a vida não vale a pena, e que viver em convenções é patético!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tirar sarro com um pouco de sarcasmo cotitiano, demostrando ainda todo nosso amor ao proximo é uma boa sacada; isso porque a ¨ViDa¨ é ¨BONITA¨, ¨É Bonita¨ e é ¨bONiTa¨ chegando a ser até bonitinha... Não é verdade? Era mais ou menos isso... a pequena história do nosso blog, ¨O Provinciano Cosmopolita¨, nome bacana não?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouro Preto, 11 de março de 2008 _ Falso calendário&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-1268720912690520042?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/1268720912690520042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=1268720912690520042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1268720912690520042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/1268720912690520042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/03/pequena-histria-de-um-bairrista-do.html' title='PEQUENA HISTÓRIA DE UM ¨BAIRRISTA¨ DO MUNDO.'/><author><name>Valmirhellbanger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10277581838912480761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_1ChM_saNPQ8/R9rIt4hQuFI/AAAAAAAAAAM/8lPaEwoh14A/S220/FOGO.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-7486448442018179186</id><published>2008-02-21T10:15:00.002-03:00</published><updated>2008-08-03T15:16:34.802-03:00</updated><title type='text'>Até para matar tem que haver criatividade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Há alguns dias li uma notícia em um jornal [não me lembro qual] que me agradou como há muito tempo uma simples notícia de jornal não me agradava. E agradou não porque ela fosse uma boa notícia entre várias notícias ruins, das quais os jornais estão povoados; muito pelo contrário, ela era uma notícia pior que as outras, com a vantagem de ser mais poética e criativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;O título era o seguinte: “uma mulher assassinou o seu amante com um beijo”. Incrível, não? A mulher foi sentenciada à morte na China acusada de assassinar seu amante com um beijo venenoso. Entre a mulher e o seu amante havia um pacto que, caso um deles desrespeitasse ou fosse infiel ao outro, teria que morrer inexoravelmente. E vai que um belo dia a mulher encontrou o amante falando com uma outra mulher e se sentiu ultrajada no seu papel de fêmea. Decidida a punir o homem pela sua suposta infidelidade, marcou com o amante um encontro para o dia seguinte e, durante um apaixonado beijo, introduziu em sua boca uma cápsula com veneno de rato que trazia sob a língua. O homem engoliu a cápsula e morreu instantes depois.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Fiquei imaginando que mesmo que tal notícia seja falsa, ela é preferível à grande parte das notícias que hoje estão em voga em todos os meios de comunicação, como engarrafamento aéreo, corrupção, tropas e essas coisas. E me pareceu melhor que muito romance escrito hoje em dia; e melhor ainda, pois escrito por um romancista frustrado, que é o jornalista por essência. Os jornalistas deveriam ser mais criativos e nos arranjar umas notícias mais emocionantes como essa triste e sublime pérola que relato. A falta de criatividade ronda o jornalismo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se a notícia é verdadeira, devemos render honras à criativa assassina, que com grande classe fez um serviço sujo se transformar numa interessante notícia. Ela deveria ter ganhado um prêmio pelo feito, e não a pena de morte, talvez viagem para o Brasil. A lição é que os assassinos, assim como os jornalistas, deveriam ser mais criativos: já que não vêem outra coisa a fazer. O amante da história, coitado, que nós nem sabemos se ele realmente traiu a mulher peçonhenta, deveria ter sido criativo o bastante para fazer jus ao verso de Augusto dos Anjos: “escarra nessa boca que te beija”.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-7486448442018179186?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/7486448442018179186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=7486448442018179186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7486448442018179186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/7486448442018179186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/02/at-para-matar-tem-que-haver.html' title='Até para matar tem que haver criatividade'/><author><name>R.F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13825969628934357548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_UXj5tRPqUWo/SYWarMle0gI/AAAAAAAAAFo/w60sI9bK-FA/S220/DSCF6153.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5268755452938030245</id><published>2008-02-20T21:30:00.000-03:00</published><updated>2008-02-20T16:35:08.888-03:00</updated><title type='text'>A era das Pseudo-Universidades</title><content type='html'>Meu problema é epistemológico.&lt;br /&gt;Serei para mim ou para os outros?&lt;br /&gt;Talvez ao ser solidário o Eu se livra da culpa&lt;br /&gt;imposta inconscientemente pela sociedade.&lt;br /&gt;Basta heróis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa construção descomedida de soluções&lt;br /&gt;sem funçaõ social, sem consciência responsável&lt;br /&gt;para com os problemas da humanidade.&lt;br /&gt;Do fundo do quintal ao marketing educacional,&lt;br /&gt;forma-se a ilusão de uma graduação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5268755452938030245?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5268755452938030245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5268755452938030245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5268755452938030245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5268755452938030245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/02/era-das-pseudo-universidades.html' title='A era das Pseudo-Universidades'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-9137426085930639225</id><published>2008-02-18T22:37:00.000-03:00</published><updated>2008-02-18T17:51:09.786-03:00</updated><title type='text'>Da onde vem a canção?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/R7nvpP_FesI/AAAAAAAAAAg/yefXLTSPfhA/s1600-h/music.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168425539329161922" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/R7nvpP_FesI/AAAAAAAAAAg/yefXLTSPfhA/s200/music.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em um dia qualquer no passado fiz uma "canção-poesia".Foi como tivesse caído do céu,saiu quase pronta.Às vezes a inspiração não vem do suor,mas da lágrima.Temos que dizer as coisa e aí está:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora em palavra&lt;br /&gt;Ora em melodia&lt;br /&gt;Ou juntos.&lt;br /&gt;Ao acaso sai uma canção.&lt;br /&gt;Primícia ressonância do cutÂneo&lt;br /&gt;sentimento.&lt;br /&gt;Canto contraponto contratempo&lt;br /&gt;Vadiando numa noite,&lt;br /&gt;Que não sabe o que é palavra&lt;br /&gt;ou melodia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-9137426085930639225?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/9137426085930639225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=9137426085930639225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9137426085930639225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/9137426085930639225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/02/da-onde-vem-cano.html' title='Da onde vem a canção?'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nBnOlFC-o_g/R7nvpP_FesI/AAAAAAAAAAg/yefXLTSPfhA/s72-c/music.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-514855063338208667</id><published>2008-02-07T18:20:00.000-02:00</published><updated>2008-02-07T12:21:04.657-02:00</updated><title type='text'>Um segundo de carnaval</title><content type='html'>E nada mais.&lt;br /&gt;Por muito menos os corpos se tocaram,&lt;br /&gt;na escuridão da noite, pela união dos universos próprios.&lt;br /&gt;Se restou saudade, foi a esperança que reinou.&lt;br /&gt;Na multidão ninguém é de ninguém.&lt;br /&gt;Só há a procura disfarçada pela embriaguez.&lt;br /&gt;Por muito menos os corpos se tocaram e nada mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-514855063338208667?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/514855063338208667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=514855063338208667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/514855063338208667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/514855063338208667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/01/um-segundo-de-carnaval.html' title='Um segundo de carnaval'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8944580324737137463.post-5593727281587949260</id><published>2008-01-24T11:35:00.000-02:00</published><updated>2008-01-24T11:56:37.598-02:00</updated><title type='text'>Tempo Contemporâneo</title><content type='html'>Dizem que o nosso tempo é moderno,aliás,pós moderno. Caracteriza-se essa pós modermidade pela alta transferência de informações,alta de juros,corrupção,mortes,telenovelas,pobreza,sensação da diminuição do tempo e do espaço,riqueza mal distribuída,músicas de merda e várias maneiras enumeradas de atingir a felicidade.Dizem que moderno é a evolução posterior de determinado tempo histórico,mas essa evolução não quer dizer para melhor.É totalmente perceptível o erro da modernidade.&lt;br /&gt;Mas então, aonde caberia a modernidade na pós modernidade?O que diria Oswald de Andrade sobre essa pseudo pós modernidade?Essa pós modernidade dos aflitos, dos conflitos e da busca incessante pela solidariedade entre os seres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8944580324737137463-5593727281587949260?l=oprovincianocosmopolita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/feeds/5593727281587949260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8944580324737137463&amp;postID=5593727281587949260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5593727281587949260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8944580324737137463/posts/default/5593727281587949260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprovincianocosmopolita.blogspot.com/2008/01/tempo-contemporneo.html' title='Tempo Contemporâneo'/><author><name>Concesso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03700250989467059129</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_nBnOlFC-o_g/R5iaP3V4y_I/AAAAAAAAAAM/wLgqvXTiSj0/S220/17783428.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
